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	<title>os números da internet &#187; Curiosidades</title>
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	<description>Tudo sobre o números da web...</description>
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		<title>Google busca cura do Parkinson</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 21:46:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Redação Adnews &#8211; com informações do Info &#8211; 06/07/2010
Com o objetivo de criar um banco de dados de dez mil indivíduos e usar o mecanismo de buscas Google para encontrar links entre eles, o co fundador do gigante das buscas, Sergey Brin, se empenha em encontrar uma cura para o Parkinson.
A iniciativa, que já conta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redação <a href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=105756" target="_blank">Adnews</a> &#8211; com informações do Info &#8211; 06/07/2010</p>
<p>Com o objetivo de criar um banco de dados de dez mil indivíduos e usar o mecanismo de buscas Google para encontrar links entre eles, o co fundador do gigante das buscas, Sergey Brin, se empenha em encontrar uma cura para o Parkinson.</p>
<p>A iniciativa, que já conta com 4 mil participantes, é uma parceria da 23andMe, empresa privada de testes genéticos, o The Parkinsons Institute and Clinical Center (PI) e a Fundação Michael J. Fox (MJFF).</p>
<p>O projeto cria também um fórum online para conectar pessoas e famílias afetadas pelo Parkinson. A platafomra da web possibilitará ao 23andme a criação de uma nova maneira de estudar doenças complexas agravadas pela interação de genes e meio ambiente. Utilizando a internet para questionar e interagir com os voluntários, os custos de pesquisa são drasticamente reduzidos; a web também permite que pessoas que moram longe de centros de pesquisa participem do projeto.</p>
<p>A iniciativa é patrocinada principalmente por Sergey Brin, que doou pessoalmente US$10 milhões, e por sua empresa, o Google, que investiu cerca de US$6 milhões. Essas doações reduzem os custos para os 10 mil voluntários &#8211; quem se cadastrar no projeto deve pagar apenas US$25, quando um teste como este, normalmente, custaria US$399. Os participantes recebem um kit de testes, no qual colocam uma amostra de saliva e devolvem para análise. Eles também respondem questionários online sobre estilo de vida e comportamento.</p>
<p>A doença da mãe e sua herança genética são os principais motivos para o engajamento de Brin.  Aos 36 anos, com fortuna estimada em US$17,5 bilhões, o empresário possui uma mutação no gene LRRK2.</p>
<p>A taxa da doença na população é relativamente rara: entre 1% e 2% das pessoas têm chance de desenvolvê-la ao longo da vida, porém a chance aumenta com a idade: 28% de chance ao 59 anos, 51% aos 69, e 74% aos 79.</p>
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		<title>Propaganda política está liberada na internet</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 21:41:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Regulamentação]]></category>
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		<description><![CDATA[Redação Adnews &#8211; Com informações de Comunique-se e Info &#8211; 06/07/2010
Começa oficialmente nesta terça-feira (6) o período de campanha eleitoral. Está liberada, a partir de hoje, publicidade em favor de candidatos a Presidência, Governos, Senado e Câmara e a novidade deste ano ficou por conta da liberação do uso da internet como veículo – não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redação <a href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=105757" target="_blank">Adnews</a> &#8211; Com informações de Comunique-se e Info &#8211; 06/07/2010</p>
<p>Começa oficialmente nesta terça-feira (6) o período de campanha eleitoral. Está liberada, a partir de hoje, publicidade em favor de candidatos a Presidência, Governos, Senado e Câmara e a novidade deste ano ficou por conta da liberação do uso da internet como veículo – não sem regras específicas para tal.</p>
<p>A web foi classificada pelo Supremo Tribunal Eleitoral como território livre, o que resultou em uma regulamentação mais branda na comparação aos outros meios. A ação, além de acirrar ainda mais as campanhas, tende a jogar a disputa mais para dentro do universo online. Apesar disso, o uso da web também é passível de condenações, como já ocorreu com sites e blogs, por campanha antecipada.</p>
<p>A inspiração para o uso da internet parte diretamente do modelo norte-americano. Por lá, Barack Obama fez história ao conseguir usar a rede não só como arma poderosa na disseminação do &#8220;Yes, we can&#8221; como também – e principalmente – na arrecadação de fundos para financiar sua campanha. E pode ser esse o caminho a ser seguido no Brasil, já que os candidatos poderão receber doações até mesmo por cartão de crédito.</p>
<p>O responsável pela campanha digital de Obama, inclusive, é quem comanda a equipe da petista Dilma Rousseff. Ben Self, fundador da Blue State Digital, entrou para a história em duas vertentes: além de ajudar a eleger o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, ele conseguiu levantar mais de US$ 300 milhões apenas com a ajuda da internet.</p>
<p>Mas os futuros eleitos poderão contar também com toda a gama de ferramentas que a web tem a oferecer. Estão permitidos sites, blogs e, como não poderia faltar, contas em redes sociais – estas com grande poder de aproximação dos candidatos a parte da população.</p>
<p>Antes da largada oficial, os três principais candidatos à Presidência já tinham participação expressiva nas redes sociais. No Twitter, atual sensação da web, José Serra (PSDB) é o campeão de popularidade, com 281 mil seguidores. Já Dilma Rousseff (PT), que estreou sua conta em abril, vem em segundo com 104 mil seguidores. Marina Silva (PV), em terceiro, conta com 84 mil.</p>
<p>As regras</p>
<p>Apesar de mais leves para o meio digital, o não cumprimento das regras pode resultar em multas que vão de R$ 5 mil a R$ 30 mil, além da suspensão por 24 horas ao conteúdo informativo de campanha contido no site. A Justiça Eleitoral fica aberta a candidatos, partidos, coligações e ao Ministério Público, se quiserem reclamar o descumprimento das normas, contidas na Lei das Eleições (9.504/97).</p>
<p>Pagar para anunciar em sites e enviar e-mails sem aprovação do receptor (spam) estão proibidos. E outro problema pode ser a criação de &#8220;fakes&#8221;, como são chamados os perfis falsos, que podem ser usados nas redes sociais para manipular a opinião pública.</p>
<p>Veja as permissões e proibições a que os candidatos estão impostos:</p>
<p>Sinal verde:</p>
<p>Blogs e redes sociais: A propaganda poderá ser feita em redes sociais como Twitter, Orkut e Facebook, tanto pelos candidatos como pelos simpatizantes.</p>
<p>Debates: na internet, não há restrições para a realização de debates entre candidatos. No rádio e na TV, os encontros exigem acordo entre os partidos.</p>
<p>E-mail: Mensagens podem ser enviadas a qualquer eleitor, desde que seu endereço tenha sido cadastrado pelos responsáveis pela campanha.</p>
<p>Sites: Os candidatos podem fazer propaganda na sua própria página, na home page do partido ou no site da coligação.</p>
<p>Sinal vermelho:</p>
<p>Spam: Quem doar ou vender listas com toneladas de e-mails para políticos ou partidos poderá receber multa de R$ 5 mil a R$ 30 mil.</p>
<p>Propaganda: Anúncios pagos estão proibidos na web. Além disso, sites de empresas ou de órgãos públicos não podem exibir propaganda gratuita.</p>
<p>Anonimato: Qualquer internauta pode dar suas opiniões na rede, desde que não omita seu nome. Se houver abuso, poderá ser pedido direito de resposta.</p>
<p>Fakes: Quem publicar um anúncio na rede fingindo ser um candidato, partido ou coligação também está sujeito a multa de R$ 5 mil a R$ 30 mil.</p>
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		<title>Domínio &#8220;sex.com&#8221; é colocado à venda</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 20:51:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[domínio]]></category>
		<category><![CDATA[sex.com]]></category>
		<category><![CDATA[URL]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Redação do IDG Now! &#8211; Atualizada em 01 de julho de 2010 às 17h30
Empresa detentora do endereço consegue acordo para retomar leilão suspenso em março deste ano.
Depois de muitos percalços jurídicos, o &#8220;sex.com&#8221; está no mercado novamente. Considerado o domínio mais valioso da internet, o endereço será leiloado pela Sedo, firma especializada na venda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Redação do <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/01/dominio-sex-com-e-colocado-a-venda/" target="_blank">IDG Now!</a> &#8211; Atualizada em 01 de julho de 2010 às 17h30</p>
<p>Empresa detentora do endereço consegue acordo para retomar leilão suspenso em março deste ano.</p>
<p>Depois de muitos percalços jurídicos, o &#8220;sex.com&#8221; está no mercado novamente. Considerado o domínio mais valioso da internet, o endereço será leiloado pela Sedo, firma especializada na venda de sites com denominações valiosas.</p>
<p>Quem detém o domínio atualmente é a companhia Escom, que adquiriu-o em 2006 por 14 milhões de dólares. Com problemas financeiros, o CEO da empresa, Del Anthony, não tinha outra opção além de comercializar o endereço. Para ele, a Sedo conseguirá obter o maior preço possível devido à sua experiência no mercado.</p>
<p>Em comunicado, Kathy Nielsen, diretora de vendas da empresa responsável pelo leilão, sublinhou a importância que domínios curtos e explícitos representam:</p>
<p>“É uma oportunidade extremamente rara a venda de um endereço deste calibre. Domínios como esse são um veículo de marketing espetacular. Para os potenciais compradores, é algo único”.</p>
<p>Nomes que definem uma categoria se mostraram como os mais valiosos da web. O termo “sex” é um dos mais procurados nos mecanismos de busca e, segundo o último estudo da Symantec, de dezembro de 2009, está entre os cinco mais pesquisados entre os jovens.</p>
<p>Comercializado pela própria Sedo, o domínio “vodka.com” atingiu o preço de três milhões de dólares. O &#8220;poker.org&#8221;, vendido em fevereiro deste ano, custou um milhão de dólares. Em relação ao &#8220;sex.com&#8221;, não há estimativas, mesmo porque o valor inicial de venda não foi divulgado.</p>
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		<title>Integrantes do site para bonitos já geraram 600 bebês</title>
		<link>http://www.osnumerosdainternet.com.br/integrantes-do-site-para-bonitos-ja-geraram-600-bebes/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 15:44:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Índices e Números]]></category>
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		<category><![CDATA[bebês lindos]]></category>
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		<description><![CDATA[AdNews &#8211; Fonte: Terra &#8211; 23/06/2010
Um site de relacionamentos que se vende como exclusivo para pessoas bonitas diz que 600 &#8220;bebês lindos&#8221; já nasceram como fruto de encontros possibilitados pela ferramenta.
A rede social BeautifulPeople diz estar realizando um gesto altruísta ao compartilhar a sua &#8220;carga genética abençoada&#8221; com o mundo.
Como exemplo deste compartilhamento a assessoria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.adnews.com.br/cultura.php?id=105306" target="_blank">AdNews</a> &#8211; Fonte: Terra &#8211; 23/06/2010</p>
<p>Um site de relacionamentos que se vende como exclusivo para pessoas bonitas diz que 600 &#8220;bebês lindos&#8221; já nasceram como fruto de encontros possibilitados pela ferramenta.</p>
<p>A rede social BeautifulPeople diz estar realizando um gesto altruísta ao compartilhar a sua &#8220;carga genética abençoada&#8221; com o mundo.</p>
<p>Como exemplo deste compartilhamento a assessoria de imprensa do site fez circular a imagem de Jack, um bebê de cabelos loiros e olhos azuis de 18 meses nascido de um casal que se conheceu no site.</p>
<p>Criado em 2002, o BeautifulPeople se descreve como &#8220;uma comunidade exclusivamente bonita&#8221; e &#8220;um clube de elite online, no qual todos cuidam da sua fachada&#8221;.</p>
<p>&#8220;Se o mercado de paquera e relacionamentos sociais fosse uma boate, o BeautifulPeople seria a sala VIP&#8221;, explicam os criadores. &#8220;Pode não ser politicamente correto&#8230; mas é honesto&#8221;.</p>
<p>Agora, a rede anunciou que está dando um passo além, lançando um fórum para aproximar belos doadores de sêmen e óvulos de pessoas com dificuldade de procriar. Sugestivamente, o serviço se chama Beautiful Baby Service, ou &#8220;serviço de bebês lindos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Todo pai e mãe quer que seu filho seja abençoado com atributos finos, sendo a beleza um dos mais desejados&#8221;, disse o diretor-gerente do BeautifulPeople, Greg Hodge. &#8220;Para um site com membros que se assemelham a Brad Pitt, George Clooney e Angelina Jolie, você pode imaginar a demanda&#8221;.</p>
<p>Com 600 mil em 190 países, o BeautifulPeople só aceita a participação de pessoas que são consideradas bonitas por outros membros do grupo. Quem se candidata a entrar no clube é submetido a uma votação online.</p>
<p>Os candidatos a membros só são aceitos se receberem votos suficientes de outros membros para serem aprovados. E mesmo após serem aceitos os participantes podem ser expulsos se saírem do padrão.</p>
<p>No início deste ano, cinco mil pessoas foram expulsas da rede após reclamações de que haviam ganhado peso durante as festas de Natal e Ano Novo. Entretanto, o fórum para aproximar possiveis doadores de sêmen e óvulos e receptores é aberto a qualquer um.</p>
<p>&#8220;No início hesitamos em abrir a oferta para as pessoas não bonitas. Mas todos &#8211; incluindo os feios &#8211; gostariam de colocar no mundo crianças bonitas e não podemos ser egoístas com nossa carga genética atraente&#8221;, afirmou o fundador do site, Robert Hintze.</p>
<p>Uma antropóloga cultural citada pela rede social diz que o BeautifulPeople está apenas &#8220;fazendo o que todo mundo faz, que é assegurar o que eles acreditam ser o mais alto nível de material genético possível para garantir o sucesso de sua cria&#8221;.</p>
<p>&#8220;O serviço facilita que as pessoas que compartilham o mesmo ideal de beleza do BeautifulPeople encontrem doadores que eles percebem como capazes de fornecer o material genético apropriado.&#8221;</p>
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		<title>Garoto faz dívida de mais de R$ 2,4 mil em jogo do Facebook</title>
		<link>http://www.osnumerosdainternet.com.br/garoto-faz-divida-de-mais-de-r-24-mil-em-jogo-do-facebook/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 22:24:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[AdNews &#8211; com informações da Geek &#8211; Fonte: Terra &#8211; 09/04/2010
Um menino britânico de apenas 12 anos gastou mais de 900 libras (equivalente a mais de R$ 2,4 mil) comprando coisas para sua fazendinha no FarmVille, jogo social do Facebook, em que o usuário cuida de uma fazenda &#8211; planta, colhe, cria animais &#8211; e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.adnews.com.br/game/101695.html" target="_blank">AdNews</a> &#8211; com informações da Geek &#8211; Fonte: Terra &#8211; 09/04/2010</p>
<p>Um menino britânico de apenas 12 anos gastou mais de 900 libras (equivalente a mais de R$ 2,4 mil) comprando coisas para sua fazendinha no FarmVille, jogo social do Facebook, em que o usuário cuida de uma fazenda &#8211; planta, colhe, cria animais &#8211; e constantemente precisa de recursos e acessórios para &#8220;melhorar&#8221; sua &#8220;propriedade&#8221;.</p>
<p>A mãe do garoto, que não quis se identificar, só descobriu o que aconteceu quando recebeu a fatura do cartão de crédito e percebeu o débito de 625 libras &#8211; o restante, o menino pagou com suas economias, de acordo com o site Mashable.</p>
<p>O garoto contraiu a dívida em duas semanas de jogo. Nem a Zynga &#8211; empresa produtora do FarmVille, o mais popular entre os jogos de redes sociais, atraindo mais de 80 milhões de jogadores em todo o mundo &#8211; nem o banco HSBC &#8211; responsável pelo cartão &#8211; pretendem reembolsar a inglesa. Segundo eles, apenas um evento de natureza criminosa acarretaria a devolução.</p>
<p>De acordo com o site do jornal inglês The Guardian, a mãe não culpa o Facebook, a Zynga ou o HSBC pelo ocorrido. Seu filho usou o cartão de crédito e é o único responsável.</p>
<p>Mas ela acredita que as empresas deveriam assumir alguma responsabilidade e, pelo menos, criar maneiras de evitar que casos assim aconteçam novamente, já que o garoto usou um cartão com nome de outra pessoa &#8211; o que deveria, na opinião dela, ter ativado algum filtro de segurança online.</p>
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		<title>Comunicação online influencia relação entre prostitutas e seus clientes</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 22:11:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[fórum]]></category>
		<category><![CDATA[prostituição]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Redação do IDG Now! &#8211; Com informações da Agência Fapesp &#8211; Atualizada em 08 de abril de 2010 às 11h45
Estudo feito em 11 cidades brasileiras aponta que o comportamento na web de usuários de serviços de prostituição interfere no mundo externo e vice-versa.
O comportamento online de usuários de serviços de prostituição tem repercussões no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Redação do <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/04/08/comunicacao-online-influencia-relacao-entre-prostitutas-e-seus-clientes/" target="_blank">IDG Now!</a> &#8211; Com informações da Agência Fapesp &#8211; Atualizada em 08 de abril de 2010 às 11h45</p>
<p>Estudo feito em 11 cidades brasileiras aponta que o comportamento na web de usuários de serviços de prostituição interfere no mundo externo e vice-versa.</p>
<p>O comportamento online de usuários de serviços de prostituição tem repercussões no mundo externo e vice-versa. A conclusão é de um estudo realizado na Suécia e que contou com a participação de um pesquisador brasileiro. A pesquisa usou a chamada teoria das redes complexas para compreender como é a dinâmica da disseminação da informação na internet.</p>
<p>Os dados possibilitaram a construção de uma rede que poderá ser utilizada, por exemplo, para o estudo da propagação de doenças sexualmente transmissíveis.</p>
<p>Publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), o estudo foi realizado por dois físicos da Universidade de Umeå – Petter Holme e o brasileiro Luis Rocha – e por um sociólogo da Universidade de Estocolmo, Fredrik Liljeros.</p>
<p>Para Rocha, o estudo é provavelmente o primeiro a demonstrar que o feedback na comunicação online tem impactos em eventos da realidade, que, por sua vez, afetam a  dinâmica da informação na internet.</p>
<p>“A maior parte dos fenômenos econômicos na internet tem base na disseminação de informação para os consumidores pelo marketing. No entanto, alguns deles, como a prostituição, são organizados por meio de redes sociais envolvendo tanto consumidores como vendedores. Por essa razão, esse tema é do interesse de grupos como o nosso, envolvidos com o estudo da disseminação social da informação”, disse Rocha.</p>
<p>Tipos de atividade sexual</p>
<p>O fórum online analisado traz relatos de usuários a respeito de encontros e comentários sobre os serviços prestados por acompanhantes em 11 cidades brasileiras. Os pesquisadores investigaram os contatos entre 6.624 garotas e 10.106 clientes em um período de seis anos.</p>
<p>“Os encontros foram avaliados e categorizados pelos usuários em termos de tipo de atividade sexual realizada. Utilizamos os dados obtidos de diferentes formas, buscando padrões de comportamento dos usuários. Para suprimir a subjetividade dos dados, modelamos essa comunicação do fórum por meio de redes complexas, que é uma abordagem essencialmente interdisciplinar”, disse Rocha.</p>
<p>Na rede montada pelos pesquisadores, clientes e garotas de programa correspondiam cada um a um vértice. O mapeamento dessa rede complexa gerou dados para uma série de estudos.</p>
<p>“Descobrimos que as informações trocadas ali refletem o comportamento dessas pessoas na realidade e esse comportamento, depois, é refletido novamente no site, completando um ciclo que determina, por exemplo, quantos contatos as acompanhantes têm com os clientes”, indicou.</p>
<p>Comentários estimulam novos encontros</p>
<p>Os comentários positivos ampliam a chance de novos encontros, segundo o estudo. O alto nível de atividade e a experiência também elevam a reputação da acompanhante. “Constatou-se que essa dinâmica de feedback pode gerar um efeito de bola de neve”, explicou.</p>
<p>Como a rede formada – com uma base de dados de grande escala – inclui informações como a localização geográfica e o tipo de atividade sexual realizada pelos indivíduos, ela poderá ser utilizada para estudos relacionados à propagação de doenças sexualmente transmissíveis, segundo Rocha.</p>
<p>“A transmissão de doenças é fortemente influenciada pela maneira como a rede social é construída. Até agora tínhamos poucos estudos feitos em larga escala para comprovar isso, pois é muito difícil conseguir dados relevantes desse tipo. Esse fórum brasileiro on-line, nesse sentido, foi um achado de interesse científico muito grande”, disse.</p>
<p>O sistema de redes sociais montado pelos pesquisadores, segundo Rocha, poderá ter aplicações também para a análise do impacto econômico da prostituição, além de poder ser adaptado para outros tipos de atividades.</p>
<p>O artigo Information dynamics shape the sexual networks of Internet-mediated prostitution,  de Luis Rocha, Fredrik Liljeros e Petter Holme, pode ser lido gratuitamente na PNAS.</p>
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		<title>Cresce o número de sites que pregam o racismo e ataques terroristas</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 22:54:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[ataques terroristas]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Redação do IDG Now! &#8211; Atualizada em 23 de março de 2010 às 11h54
De acordo com o relatório &#8220;Digital Terrorism and Hate 2010&#8243;, foram encontrados cerca de 11,5 mil endereços, redes e fóruns do gênero.
O número de sites e redes sociais utilizados para propagar o ódio, racismo e atividades terroristas  cresce no mundo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Redação do <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/23/cresce-o-numero-de-sites-que-pregam-a-intolerancia/" target="_blank">IDG Now!</a> &#8211; Atualizada em 23 de março de 2010 às 11h54</p>
<p>De acordo com o relatório &#8220;Digital Terrorism and Hate 2010&#8243;, foram encontrados cerca de 11,5 mil endereços, redes e fóruns do gênero.</p>
<p>O número de sites e redes sociais utilizados para propagar o ódio, racismo e atividades terroristas  cresce no mundo, revela estudo divulgado pela organização internacional de direitos humanos Simon Wiesenthal Center.</p>
<p>De acordo com o relatório intitulado &#8220;Digital Terrorism and Hate 2010&#8243;, foram encontrados cerca de 11,5 mil endereços, redes e fóruns que pregam a intolerância – 20% a mais do que o conteúdo encontrado no ano passado.</p>
<p>Na avaliação da entidade, essa quantidade pode ser apenas uma fração do número real de sites e páginas existente.</p>
<p>Foram encontrados na última vistoria um jogo online que permite bombardear as vítimas do terremoto no Haiti, um fórum comparando homossexuais a ratos e vermes, um leilão de um anel supostamente retirado de um prisioneiro de campo de concentração durante o Holocausto, entre outros.</p>
<p>Com a expansão das redes sociais e dos sites de postagem de vídeos, este tipo de conteúdo tornou-se popular, uma vez que sua disseminação se dá por um processo mais rápido, avalia a organização. Para a entidade, o Facebook é um dos locais que mais agregam grupos empenhados em ataques às minorias.</p>
<p>O relatório completo da Simon Wiesenthal Center é distribuído em CD-ROM para agentes policiais e agências governamentais.</p>
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		<title>Facebook ultrapassa Google em audiência nos EUA</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 17:21:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiência]]></category>
		<category><![CDATA[Buscas]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[Índices e Números]]></category>
		<category><![CDATA[audiência web]]></category>
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		<category><![CDATA[Google]]></category>

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		<description><![CDATA[TI Inside &#8211; terça-feira, 16 de março de 2010, 11h57
O Facebook se consolida cada vez mais como um dos sites mais populares dos Estados Unidos. Estudo divulgado pela consultoria Hitwise nesta terça-feira, 16, mostra que a rede social ficou com 7,07% da audiência da internet na semana passada, enquanto que o Google, em segundo lugar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiinside.com.br/16/03/2010/facebook-ultrapassa-google-em-audiencia-nos-eua/ti/171736/news.aspx" target="_blank">TI Inside</a> &#8211; terça-feira, 16 de março de 2010, 11h57</p>
<p>O Facebook se consolida cada vez mais como um dos sites mais populares dos Estados Unidos. Estudo divulgado pela consultoria Hitwise nesta terça-feira, 16, mostra que a rede social ficou com 7,07% da audiência da internet na semana passada, enquanto que o Google, em segundo lugar, ficou com 7,03%. O crescimento do site de relacionamentos, na compração com a mesma semana do ano passado, foi de 185%, enquanto que o do site de buscas foi de 9%.</p>
<p>A Hitwise também aponta que, quando assumiu o primeiro lugar na lista dos mais acessados pela primeira vez, na véspera do Natal, o site de relacionamentos repetiu o feito no dia de Natal, em 1º de janeiro e no fim de semana de 6 e 7 deste mês.</p>
<p>Para a coordenadora da pesquisa, a semana passada foi um marco na vida do site de relacionamentos, visto que atingiu um crescimento de três dígitos, enquanto o Google, mesmo liderando o ranking na imensa maioria das vezes, não consegue expandir sua base de visitantes. Juntos, o Google e o Facebook respondem por 14% dos internautas americanos.</p>
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		<title>25 anos do domínio pontocom: os 100 primeiros registros</title>
		<link>http://www.osnumerosdainternet.com.br/25-anos-do-dominio-pontocom-os-100-primeiros-registros/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 15:26:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por IDG News Service &#8211; Com PC World/EUA &#8211; Atualizada em 16 de março de 2010 às 08h44
No começo era um domínio por mês. Agora, no mesmo período, a rede recebe quase 700 mil &#8211; e há muitos sites veteranos ainda ativos.
A internet foi toda nostalgia na segunda-feira (15/3) quando geeks de todo o mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/16/25-anos-do-dominio-ponto-com-os-100-primeiros-registros/" target="_self">IDG News Service</a> &#8211; Com PC World/EUA &#8211; Atualizada em 16 de março de 2010 às 08h44</p>
<p>No começo era um domínio por mês. Agora, no mesmo período, a rede recebe quase 700 mil &#8211; e há muitos sites veteranos ainda ativos.</p>
<p>A internet foi toda nostalgia na segunda-feira (15/3) quando geeks de todo o mundo celebraram o 25.º aniversário do registro do primeiro domínio pontocom.</p>
<p>Foi em 15 de março de 1985 que uma fabricante norte-americana de computadores, a Symbolics, registrou seu domínio Symbolics.com. E foi preciso esperar mais de um mês até que um segundo endereço fosse registrado. Até 30 de novembro de 1987, pasme, não havia mais de 100 endereços pontocom em todo o mundo.</p>
<p>Mas o tempo passou. Hoje, há pelo menos 668 mil novos endereços pontocom por mês, e os sites mais visitados da internet de hoje simplesmente não existiam até os anos 1990.</p>
<p>Confira uma lista dos endereços mais antigos da internet, e surpreenda-se com os que, depois de décadas, ainda estão em operação.</p>
<p>1. symbolics.com: 15 de março de 1985<br />
2. bbn.com: 24 de abril de 1985<br />
3. think.com: 24 de maio de 1985<br />
4. mcc.com: 11 de julho de  1985<br />
5. dec.com: 30 de setembro de 1985<br />
6. northrop.com: 7 de novembro de 1985<br />
7. xerox.com: 9 de janeiro de 1986<br />
8. sri.com: 17 de janeiro de 1986<br />
9. hp.com: 3 de março de 1986<br />
10. bellcore.com: 5 de março de 1986<br />
11. ibm.com: 19 de março de 1986<br />
12. sun.com: 19 de março de 1986<br />
13. intel.com: 25 de março de 1986<br />
14. ti.com: 25 de março de 1986<br />
15. att.com: 25 de abril de 1986<br />
16. gmr.com: 8 de maio de 1986<br />
17. tek.com: 8 de maio de 1986<br />
18. fmc.com: 10 de julho de 1986<br />
19. ub.com: 10 de julho de 1986<br />
20. bell-atl.com: 5 de agosto de 1986<br />
21. ge.com: 5 de agosto de 1986<br />
22. grebyn.com: 5 de agosto de 1986<br />
23. isc.com: 5 de agosto de 1986<br />
24. nsc.com: 5 de agosto de 1986<br />
25. stargate.com: 5 de agosto de 1986<br />
26. boeing.com: 2 de setembro de 1986<br />
27. itcorp.com: 18 de setembro de 1986<br />
28. siemens.com: 29 de setembro de 1986<br />
29. pyramid.com: 18 de outubro de 1986<br />
30. alphacdc.com: 27 de outubro de 1986<br />
31. bdm.com: 27 de outubro de 1986<br />
32. fluke.com: 27 de outubro de 1986<br />
33. inmet.com: 27 de outubro de 1986<br />
34. kesmai.com: 27 de outubro de 1986<br />
35. mentor.com: 27 de outubro de 1986<br />
36. nec.com: 27 de outubro de 1986<br />
37. ray.com: 27 de outubro de 1986<br />
38. rosemount.com: 27 de outubro de 1986<br />
39. vortex.com: 27 de outubro de 1986<br />
40. alcoa.com: 5 de novembro de 1986<br />
41. gte.com: 5 de novembro de 1986<br />
42. adobe.com: 17 de novembro de 1986<br />
43. amd.com: 17 de novembro de 1986<br />
44. das.com: 17 de novembro de 1986<br />
45. data-io.com: 17 de novembro de 1986<br />
46. octopus.com: 17 de novembro de 1986<br />
47. portal.com: 17 de novembro de 1986<br />
48. teltone.com: 17 de novembro de 1986<br />
49. 3com.com: 11 de dezembro de 1986<br />
50. amdahl.com: 11 de dezembro de 1986<br />
51. ccur.com: 11 de dezembro de 1986<br />
52. ci.com: 11 de dezembro de 1986<br />
53. convergent.com: 11 de dezembro de 1986<br />
54. dg.com: 11 de dezembro de 1986<br />
55. peregrine.com: 11 de dezembro de 1986<br />
56. quad.com: 11 de dezembro de 1986<br />
57. sq.com: 11 de dezembro de 1986<br />
58. tandy.com: 11 de dezembro de 1986<br />
59. tti.com: 11 de dezembro de 1986<br />
60. unisys.com: 11 de dezembro de 1986<br />
61. cgi.com: 19 de janeiro de 1987<br />
62. cts.com: 19 de janeiro de 1987<br />
63. spdcc.com: 19 de janeiro de 1987<br />
64. apple.com: 19 de fevereiro de 1987<br />
65. nma.com: 4 de março de 1987<br />
66. prime.com: 4 de março de 1987<br />
67. philips.com: 4 de abril de 1987<br />
68. datacube.com: 23 de abril de 1987<br />
69. kai.com: 23 de abril de 1987<br />
70. tic.com: 23 de abril de 1987<br />
71. vine.com: 23 de abril de 1987<br />
72. ncr.com: 30 de abril de 1987<br />
73. cisco.com: 14 de maio de 1987<br />
74. rdl.com: 14 de maio de 1987<br />
75. slb.com: 20 de maio de 1987<br />
76. parcplace.com: 27 de maio de 1987<br />
77. utc.com: 27 de maio de 1987<br />
78. ide.com: 26 de junho de 1987<br />
79. trw.com: 9 de julho de 1987<br />
80. unipress.com: 13 de julho de 1987<br />
81. dupont.com: 27 de julho de 1987<br />
82. lockheed.com: 27 de julho de 1987<br />
83. rosetta.com: 28 de julho de 1987<br />
84. toad.com: 18 de agosto de 1987<br />
85. quick.com: 31 de agosto de 1987<br />
86. allied.com: 3 de setembro de 1987<br />
87. dsc.com: 3 de setembro de 1987<br />
88. sco.com: 3 de setembro de 1987<br />
89. gene.com: 22 de setembro de 1987<br />
90. kccs.com: 22 de setembro de 1987<br />
91. spectra.com: 22 de setembro de 1987<br />
92. wlk.com: 22 de setembro de 1987<br />
93. mentat.com: 30 de setembro de 1987<br />
94. wyse.com: 14 de outubro de 1987<br />
95. cfg.com: 2 de novembro de 1987<br />
96. marble.com: 9 de novembro de 1987<br />
97. cayman.com: 16 de novembro de 1987<br />
98. entity.com: 16 de novembro de 1987<br />
99. ksr.com: 24 de novembro de 1987<br />
100. nynexst.com: 30 de novembro de 1987</p>
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		<title>iPhone: pesquisa comprova vício</title>
		<link>http://www.osnumerosdainternet.com.br/iphone-pesquisa-comprova-vicio/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 05:13:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Usuários]]></category>
		<category><![CDATA[Índices e Números]]></category>
		<category><![CDATA[Dispositivos Móveis]]></category>
		<category><![CDATA[iphone]]></category>
		<category><![CDATA[vício]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Macworld/Reino Unido &#8211; Atualizada em 09 de março de 2010 às 09h41
Levantamento da Universidade de Stanford mostra alto índice de dependência entre os entrevistados.
Muitos de nós já crescemos “dependentes” de dispositivos de mão, como o iPhone. É o que comprova uma pesquisa realizada pela Universidade de Stanford (EUA) com 200 estudantes norte-americanos.
Em uma escala [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <a href="http://idgnow.uol.com.br/telecom/2010/03/09/iphone-pesquisa-comprova-vicio/" target="_blank">Macworld</a>/Reino Unido &#8211; Atualizada em 09 de março de 2010 às 09h41</p>
<p>Levantamento da Universidade de Stanford mostra alto índice de dependência entre os entrevistados.</p>
<p>Muitos de nós já crescemos “dependentes” de dispositivos de mão, como o iPhone. É o que comprova uma pesquisa realizada pela Universidade de Stanford (EUA) com 200 estudantes norte-americanos.</p>
<p>Em uma escala de um a cinco, na qual cinco significa muito viciado e um descreve alguém sem a menor dependência, eles foram convidados a manifestar seu nível de envolvimento com o iPhone, o celular da Apple.</p>
<p>O resultado: 10% cravaram o número cinco, 34% apontaram o quatro (que representa uma dependência alta), 32% disseram que “não eram completamente viciados” e apenas 6% afirmaram que não eram nem um pouco dependentes.</p>
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