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	<title>os números da internet &#187; Publicidade</title>
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	<description>Tudo sobre o números da web...</description>
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		<title>Propaganda política está liberada na internet</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 21:41:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Regulamentação]]></category>
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		<description><![CDATA[Redação Adnews &#8211; Com informações de Comunique-se e Info &#8211; 06/07/2010
Começa oficialmente nesta terça-feira (6) o período de campanha eleitoral. Está liberada, a partir de hoje, publicidade em favor de candidatos a Presidência, Governos, Senado e Câmara e a novidade deste ano ficou por conta da liberação do uso da internet como veículo – não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redação <a href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=105757" target="_blank">Adnews</a> &#8211; Com informações de Comunique-se e Info &#8211; 06/07/2010</p>
<p>Começa oficialmente nesta terça-feira (6) o período de campanha eleitoral. Está liberada, a partir de hoje, publicidade em favor de candidatos a Presidência, Governos, Senado e Câmara e a novidade deste ano ficou por conta da liberação do uso da internet como veículo – não sem regras específicas para tal.</p>
<p>A web foi classificada pelo Supremo Tribunal Eleitoral como território livre, o que resultou em uma regulamentação mais branda na comparação aos outros meios. A ação, além de acirrar ainda mais as campanhas, tende a jogar a disputa mais para dentro do universo online. Apesar disso, o uso da web também é passível de condenações, como já ocorreu com sites e blogs, por campanha antecipada.</p>
<p>A inspiração para o uso da internet parte diretamente do modelo norte-americano. Por lá, Barack Obama fez história ao conseguir usar a rede não só como arma poderosa na disseminação do &#8220;Yes, we can&#8221; como também – e principalmente – na arrecadação de fundos para financiar sua campanha. E pode ser esse o caminho a ser seguido no Brasil, já que os candidatos poderão receber doações até mesmo por cartão de crédito.</p>
<p>O responsável pela campanha digital de Obama, inclusive, é quem comanda a equipe da petista Dilma Rousseff. Ben Self, fundador da Blue State Digital, entrou para a história em duas vertentes: além de ajudar a eleger o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, ele conseguiu levantar mais de US$ 300 milhões apenas com a ajuda da internet.</p>
<p>Mas os futuros eleitos poderão contar também com toda a gama de ferramentas que a web tem a oferecer. Estão permitidos sites, blogs e, como não poderia faltar, contas em redes sociais – estas com grande poder de aproximação dos candidatos a parte da população.</p>
<p>Antes da largada oficial, os três principais candidatos à Presidência já tinham participação expressiva nas redes sociais. No Twitter, atual sensação da web, José Serra (PSDB) é o campeão de popularidade, com 281 mil seguidores. Já Dilma Rousseff (PT), que estreou sua conta em abril, vem em segundo com 104 mil seguidores. Marina Silva (PV), em terceiro, conta com 84 mil.</p>
<p>As regras</p>
<p>Apesar de mais leves para o meio digital, o não cumprimento das regras pode resultar em multas que vão de R$ 5 mil a R$ 30 mil, além da suspensão por 24 horas ao conteúdo informativo de campanha contido no site. A Justiça Eleitoral fica aberta a candidatos, partidos, coligações e ao Ministério Público, se quiserem reclamar o descumprimento das normas, contidas na Lei das Eleições (9.504/97).</p>
<p>Pagar para anunciar em sites e enviar e-mails sem aprovação do receptor (spam) estão proibidos. E outro problema pode ser a criação de &#8220;fakes&#8221;, como são chamados os perfis falsos, que podem ser usados nas redes sociais para manipular a opinião pública.</p>
<p>Veja as permissões e proibições a que os candidatos estão impostos:</p>
<p>Sinal verde:</p>
<p>Blogs e redes sociais: A propaganda poderá ser feita em redes sociais como Twitter, Orkut e Facebook, tanto pelos candidatos como pelos simpatizantes.</p>
<p>Debates: na internet, não há restrições para a realização de debates entre candidatos. No rádio e na TV, os encontros exigem acordo entre os partidos.</p>
<p>E-mail: Mensagens podem ser enviadas a qualquer eleitor, desde que seu endereço tenha sido cadastrado pelos responsáveis pela campanha.</p>
<p>Sites: Os candidatos podem fazer propaganda na sua própria página, na home page do partido ou no site da coligação.</p>
<p>Sinal vermelho:</p>
<p>Spam: Quem doar ou vender listas com toneladas de e-mails para políticos ou partidos poderá receber multa de R$ 5 mil a R$ 30 mil.</p>
<p>Propaganda: Anúncios pagos estão proibidos na web. Além disso, sites de empresas ou de órgãos públicos não podem exibir propaganda gratuita.</p>
<p>Anonimato: Qualquer internauta pode dar suas opiniões na rede, desde que não omita seu nome. Se houver abuso, poderá ser pedido direito de resposta.</p>
<p>Fakes: Quem publicar um anúncio na rede fingindo ser um candidato, partido ou coligação também está sujeito a multa de R$ 5 mil a R$ 30 mil.</p>
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		<title>Faturamento publicitário da web cresce 33% no quadrimestre</title>
		<link>http://www.osnumerosdainternet.com.br/faturamento-publicitario-da-web-cresce-33-no-quadrimestre/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 15:23:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Índices e Números]]></category>
		<category><![CDATA[Inter-meios]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Redação do IDG Now! &#8211; Atualizada em 25 de junho de 2010 às 18h29
Participação da internet no bolo total dos investimentos em publicidade aumentou para 4,2%; números são do Projeto Inter-Meios.
O faturamento publicitário dos veículos de internet cresceu 33,5% no primeiro quadrimestre do ano em relação ao mesmo período de 2009, saltando de R$ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Redação do <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/06/25/faturamento-publicitario-da-web-cresce-33-no-quadrimestre/" target="_blank">IDG Now!</a> &#8211; Atualizada em 25 de junho de 2010 às 18h29</p>
<p>Participação da internet no bolo total dos investimentos em publicidade aumentou para 4,2%; números são do Projeto Inter-Meios.</p>
<p>O faturamento publicitário dos veículos de internet cresceu 33,5% no primeiro quadrimestre do ano em relação ao mesmo período de 2009, saltando de R$ 239 milhões para R$ 319 milhões na soma dos quatro primeiros meses. A participação no total do mercado aumentou de 4% para 4,2%.</p>
<p>Com 33% de crescimento, a TV aberta teve faturamento publicitário de R$ 4,7 bilhões no quadrimestre. Assim, a fatia da mídia no total do bolo cresceu, chegando a 63%.</p>
<p>A TV por assinatura também apresentou bom desempenho, crescendo 31% e chegando a R$ 248,5 milhões no quadrimestre.</p>
<p>Abaixo da média do mercado estão as revistas (18%) e jornais (6,4%). Somente guias e listas apresentaram queda de faturamento com publicidade: -5,4%.</p>
<p>Somando todas as mídias, o faturamento com anúncios dos veículos de comunicação cresceu quase 26% no 1º quadrimestre, em comparação com o mesmo período de 2009. O total foi de R$ 7,5 bilhões, contra pouco menos de R$ 6 bilhões.</p>
<p>Os números foram divulgados nesta sexta (25/6) pelo Projeto Inter-Meios, uma parceria do jornal Meio &amp; Mensagem e dos principais meios de comunicação para fazer o acompanhamento dos investimentos publicitários em mídia no Brasil.</p>
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		<title>88% das maiores empresas não têm site móvel</title>
		<link>http://www.osnumerosdainternet.com.br/88-das-maiores-empresas-nao-tem-site-movel/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 13:07:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dispositivos Móveis]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Índices e Números]]></category>
		<category><![CDATA[mobile site]]></category>
		<category><![CDATA[site móvel]]></category>

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		<description><![CDATA[Redação Adnews &#8211; 14/04/2010
Em uma lista com as 500 maiores empresas brasileiras, apenas 12% dispõem de uma versão mobile de seus portais – excluindo as do setor financeiro. A pesquisa realizada pela em empresa de soluções móveis Mowa, apontam ainda que 95% das empresas não podem ser consideradas totalmente mobilizadas.
O levantamento considera como presença completa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redação <a href="http://www.adnews.com.br/telecom/101915.html" target="_blank">Adnews</a> &#8211; 14/04/2010</p>
<p>Em uma lista com as 500 maiores empresas brasileiras, apenas 12% dispõem de uma versão mobile de seus portais – excluindo as do setor financeiro. A pesquisa realizada pela em empresa de soluções móveis Mowa, apontam ainda que 95% das empresas não podem ser consideradas totalmente mobilizadas.</p>
<p>O levantamento considera como presença completa nas plataformas como smartphones e celulares, uso de SMS corporativo, aplicativos, além do site móbile. Além das 88% que não têm site, 78% não fazem uso de SMS e 86% não têm aplicativos próprios.</p>
<p>Dentre as empresas que já implantaram alguma política nesse ramo, a preferência é pelo SMS. Os sites mobile aparecem em segundo lugar, seguidos pelos aplicativos. A indústria digital é a que mais emprega pelo menos um dos canais, enquanto a de telecomunicações é a que mais utiliza os três, combinados.</p>
<p>Esse tipo de comunicação pode ser utilizada para a aproximação de clientes, como as mensagens que empresas de taxi enviam para comunicar a chegada do carro.</p>
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		<title>Propaganda no celular é mais eficaz do que no PC</title>
		<link>http://www.osnumerosdainternet.com.br/propaganda-no-celular-e-mais-eficaz-do-que-no-pc/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 12:57:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dispositivos Móveis]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Índices e Números]]></category>
		<category><![CDATA[mídia móvel]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade celular]]></category>

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		<description><![CDATA[Redação Adnews &#8211; 14/04/2010
A mídia móvel funciona mais do que muita gente pensa. Pesquisa feita empresa americana InsightExpress concluiu que a publicidade para celular causa um impacto quase cinco vezes maior do que aquela feita para a internet e vista no computador.
Em pesquisa espontânea, quando o entrevistado cita uma marca sem ser sugestionado, a publicidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redação <a href="http://www.adnews.com.br/publicidade/101916.html" target="_blank">Adnews</a> &#8211; 14/04/2010</p>
<p>A mídia móvel funciona mais do que muita gente pensa. Pesquisa feita empresa americana InsightExpress concluiu que a publicidade para celular causa um impacto quase cinco vezes maior do que aquela feita para a internet e vista no computador.</p>
<p>Em pesquisa espontânea, quando o entrevistado cita uma marca sem ser sugestionado, a publicidade móvel registrou aumento de 9% no número de pessoas que se lembram da marca anunciante. Via internet, a marca é de apenas 2%.</p>
<p>No estudo espontâneo, quando o entrevistado escolhe dentre marcas apresentadas a ele, o impacto foi de 9% para celular e 3% para internet convencional. Para Joy Liuzzo, diretor da área de pesquisas sobre telefonia móvel, o modelo é favorável, pois “as campanhas online continuam a oferecer alcance, flexibilidade e variedade excepcionais, mas o alto nível de uso, a explosão nas possibilidades técnicas, o baixo nível de desordem e o fato de ser uma prática nova, tudo isso contribui provavelmente para o aumento do impacto sobre a marca”.</p>
<p>A pesquisa ainda diz que as campanhas por dispositivos móveis geram crescimento de 12% nas compras, contra apenas 2% de retorno por meio de internet.</p>
<p>No Brasil</p>
<p>Enquanto o mercado externo vem se mostrando favorável para a publicidade mobile, o Brasil ainda engatinha nessa nova forma de expor marcas e se comunicar com o consumidor. Agências, anunciantes, veículos e operadoras de telefonia ainda não chegaram a um padrão a ser utilizado em larga escala para um mercado que já suporta mais de 176 milhões de celulares.</p>
<p>A banda larga móvel é um dos pilares que deve movimentar o mercado. “A tecnologia de maior destaque foi, sem dúvida, a banda larga móvel, somando mais de 1,6 milhão de acessos e superando as expectativas durante o ano, uma vez que o crescimento foi de 82% em relação a 2008”, informa Samuel Rodrigues, analista do mercado de Telecom da IDC Brasil sobre dados que comprovavam o crescimento da internet em 2009.</p>
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		<title>Internet bate revistas e vira 3ª maior mídia do mundo</title>
		<link>http://www.osnumerosdainternet.com.br/internet-bate-revistas-e-vira-3%c2%aa-maior-midia-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 22:13:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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		<category><![CDATA[Índices e Números]]></category>
		<category><![CDATA[faturamento publicitário]]></category>
		<category><![CDATA[mídia online;]]></category>

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		<description><![CDATA[Redação Adnews &#8211; 08/04/2010
Esta semana ficará marcada nas estatísticas históricas da internet. A mídia online ultrapassou as revistas em faturamento publicitário mundo afora e e se torna a terceira maior mídia em escala global.
Os dados são resultado de um estudo realizado pela Zenith Optimedia, que mostra também uma aproximação da web com os jornais. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redação <a href="http://www.adnews.com.br/internet/101668.html" target="_blank">Adnews</a> &#8211; 08/04/2010</p>
<p>Esta semana ficará marcada nas estatísticas históricas da internet. A mídia online ultrapassou as revistas em faturamento publicitário mundo afora e e se torna a terceira maior mídia em escala global.</p>
<p>Os dados são resultado de um estudo realizado pela Zenith Optimedia, que mostra também uma aproximação da web com os jornais. A internet atraiu US$ 55 bilhões de investimentos em todo o mundo, com isso, já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.</p>
<p>A projeção é de que em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do bolo, a internet se aproxime dos jornais, que deverão contar com 19,4%dos investimentos. Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão – que deverá ter participação de 40,6%, um pouco superior à atual.</p>
<p>A Zenith também prevê um crescimento do mercado publicitário de 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à casa de US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes, o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.</p>
<p>Em um estudo anterior, a Zenith apontou a possibilidade de crescimento mundial de apenas 0,9%, portanto esse é o segundo relatório consecutivo com revisão para cima, após 18 meses revisando para baixo as expectativas.</p>
<p>Dividindo o estudo por regiões, a América Latina figura como destaque, que após um ano registrando o crescimento irrisório de 0,4%, 2010 promete uma alta de 9,3%, o que representa a movimentação de  cerca de US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012.</p>
<p>A América do Norte é a região que passa por mais dificuldades, e a publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com receitas abaixo de 2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto a Ásia subirá na casa de 5,9%. Se  o Japão for retirado da lista asiática, o índice salta para 10%, o que colocaria a região como a melhor de 2010.</p>
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		<item>
		<title>Publicidade online cresce e se destaca na Grã-Bretanha</title>
		<link>http://www.osnumerosdainternet.com.br/publicidade-online-cresce-e-se-destaca-na-gra-bretanha/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 13:10:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Índices e Números]]></category>
		<category><![CDATA[IAB]]></category>
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		<description><![CDATA[Redação Adnews &#8211; Com as informações: Terra &#8211; 31/03/2010
A publicidade online na Grã-Bretanha cresceu 4,2% em 2009, superando o desempenho do mercado como um todo no país, sustentada pela demanda por anúncios pagos baseados em buscas e vídeos, segundo relatório do Internet Advertising Bureau (IAB) e da PricewaterhouseCoopers, divulgado nesta terça-feira (30).
Mesmo com o investimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redação <a href="http://www.adnews.com.br/publicidade/101361.html" target="_blank">Adnews</a> &#8211; Com as informações: Terra &#8211; 31/03/2010</p>
<p>A publicidade online na Grã-Bretanha cresceu 4,2% em 2009, superando o desempenho do mercado como um todo no país, sustentada pela demanda por anúncios pagos baseados em buscas e vídeos, segundo relatório do Internet Advertising Bureau (IAB) e da PricewaterhouseCoopers, divulgado nesta terça-feira (30).</p>
<p>Mesmo com o investimento de 5,3 bilhões de dólares em publicidade online, em 2009 houve uma retração de 13% no mercado, segundo estimativa de dezembro da ZenithOptimedia. A empresa prevê uma queda de cerca de 2% em 2010.</p>
<p>O setor, que teve um segundo semestre positivo, foi dominado por resultados de buscas pagos, que cresceu 9,5% &#8211; 2,15 bilhões de libras, representando 60,7% de todo o investimento publicitário.</p>
<p>Os gastos com banners e anúncios tradicionais de Internet caíram 4,4%, já os gastos com vídeos aumentaram 140% devido à popularização do formato na web.</p>
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		<title>Para IAB, faturamento da internet no Brasil foi de R$ 1,3 bilhão em 2009</title>
		<link>http://www.osnumerosdainternet.com.br/para-iab-faturamento-da-internet-no-brasil-foi-de-r-13-bilhao-em-2009/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 12:49:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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		<category><![CDATA[faturamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Clayton Melo, do IDG Now! &#8211; Atualizada em 30 de março de 2010 às 16h11
Dado da entidade que representa o mercado digital supera o do Projeto Inter-Meios, principal referência para agências e anunciantes.
O Interactive Advertising Bureau (IAB), entidade que representa as empresas ligadas à web, afirma que o faturamento do meio internet no Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Clayton Melo, do <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/30/faturamento-da-internet-no-brasil-foi-de-r-1-3-bilhao-em-2009-diz-iab/" target="_blank">IDG Now!</a> &#8211; Atualizada em 30 de março de 2010 às 16h11</p>
<p>Dado da entidade que representa o mercado digital supera o do Projeto Inter-Meios, principal referência para agências e anunciantes.</p>
<p>O Interactive Advertising Bureau (IAB), entidade que representa as empresas ligadas à web, afirma que o faturamento do meio internet no Brasil foi de 1,3 bilhão de reais em 2009. O número é cerca de 350 milhões de reais acima do valor divulgado pelo Projeto Inter-Meios, fonte que mensura o mercado publicitário no Brasil. A projeção para 2010 do IAB é de que os investimentos publicitários na web serão 30% superiores aos de 2009, o que elevará o volume de negócios para 1,7 bilhão de reais. Os dados foram apresentados nesta manhã de terça-feira (30/3) em evento em São Paulo.</p>
<p>A diferença entre os dados do Projeto Inter-Meios, principal balizador para agências e anunciantes, se deve ao fato de que o IAB inseriu no cálculo recursos que o instituto não computa. Enquanto o este mensura apenas a verba de campanhas publicitárias nos veículos de internet, o IAB adicionou uma estimativa do que seria movimentado por venda de links patrocinados, especialmente por parte do Google. Essa, aliás, é uma das reivindicações antigas do setor de internet, que alega que os negócios de mídia e publicidade na web superam os dados registrados pelo Inter-Meios.</p>
<p>Estratégia<br />
A intenção do IAB de incluir em suas projeções dados que extrapolam o Inter-Meios já foi antecipada pelo IDG!Now em entrevista publicada no dia 9 de fevereiro. Na ocasião, Pedro Cabral, sócio da AgênciaClick e presidente da entidade, afirmou que o mercado digital brasileiro movimenta algo em torno de 2 bilhões de reais – nesse cálculo, estão inseridos os 950 milhões do Inter-Meios, 350 milhões de links patrocinados e 700 milhões obtidos com serviços de produção prestados pelas agências digitais. Para chegar a esses dados, a entidade se vale se levantamentos informais de mercado, feito com agências, veículos e anunciantes.</p>
<p>Com os dados de links patrocinados, a expansão do faturamento do meio internet em 2009 alcança 30% &#8211; pelo Inter-Meios, foi de 25%. A marca de 30% é a que foi projetada inicialmente pelo IAB para o faturamento da internet em 2010, índice que, conforme a medição do Inter-Meios, não pôde ser alcançada em função da crise financeira internacional, responsável por diminuir o ritmo de investimentos publicitários.</p>
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		<title>Vendas do iPad devem superar 6 milhões neste ano, diz banco</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 12:45:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TI Inside &#8211; segunda-feira, 29 de março de 2010, 12h19
O iPad, tablet PC da Apple, ainda nem começou a ser vendido no mercado, mas as expectativas de vendas já são bastante otimistas, em razaão do elevado número de pré-venda do aparelho.
A analista do banco de investimentos Morgan Stanley, Katy Huberty, diz que os parceiros de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiinside.com.br/29/03/2010/vendas-do-ipad-devem-superar-6-milhoes-neste-ano-diz-banco/ti/173695/news.aspx" target="_blank">TI Inside</a> &#8211; segunda-feira, 29 de março de 2010, 12h19</p>
<p>O iPad, tablet PC da Apple, ainda nem começou a ser vendido no mercado, mas as expectativas de vendas já são bastante otimistas, em razaão do elevado número de pré-venda do aparelho.</p>
<p>A analista do banco de investimentos Morgan Stanley, Katy Huberty, diz que os parceiros de vendas da Apple estimam comercializar 2,5 milhões de iPads entre março e maio, número muito superior às projeções iniciais, que eram de vender 750 mil aparelhos, segundo informações do All Things Digital, blog especializado em tecnologia vinculado ao The Wall Street Journal.</p>
<p>Com a demanda surpreendente de pedidos, os canais de venda da Apple elevaram de 5 milhões para entre 8 milhões e 10 milhões a expectativa de comercialização do tablet PC para este ano, segundo Katy.</p>
<p>A analista do Morgan Stanley observa que, apesar do consenso atual dos analistas de mercado indicar que serão vendidos de 4 milhões a 5 milhões de iPads neste ano, este número deve superar os 6 milhões de aparelhos.</p>
<p>Mercado editorial</p>
<p>Depois de especulações sobre uma suposta falta de interesse do mercado editorial no iPad, algumas das grandes revistas norte-americanas desenvolvem formas de vender publicidade em suas versões digitais elaboradas para o tablet PC da Apple.</p>
<p>Segundo informações do The Wall Street Journal, a revista Time já assinou contratos com a Unilever, Toyota e o fundo Fidelity Investments para anúncios on-line no padrão do iPad, no valor de US$ 200 mil cada. A Condé Nast Publications, responsável pela Wired, também já tem acordos de diferentes modalidades de venda de publicidade com marcas de diversas áreas, segundo fontes internas disseram ao jornal americano.</p>
<p>O The Wall Street Journal analisa que as versões digitais das revistas serão cópias idênticas da versão impressa, mas elas pretendem usar o recurso da tela grande do iPad para permitir que os anunciantes usem recursos como vídeos e até mesmo mídias sociais interativas. A Sports Illustrated, publicada pela Times, já tem protótipos de anúncios que usam vídeos e um que apresenta um jogo em que o leitor assume o papel do motorista de um Ford Mustang.</p>
<p>De acordo com o jornal, o iPad tem sido encarado como crucial e indispensável para o futuro das revistas, que veem suas vendas caírem todos os dias. O jornal diz que, tanto para as revistas quanto para os anunciantes, o tablet PC da Apple abrirá novos caminhos para a distribuição de conteúdo, já que expande as possibilidades do papel e torna uma tela bidimensional em uma ferramenta interativa.</p>
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		<title>Internet é a mídia que mais cresce em publicidade</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 13:04:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Redação Adnews &#8211; 24/03/2010
A internet foi o meio de comunicação que registrou maior índice de crescimento em 2009. Foram 25,2% de aumento em relação a 2008, o que totaliza faturamento de R$ 950 milhões. A informação é do Projeto Inter-Meios divulgada nesta quarta-feira (24).
A mídia brasileira em geral cresceu 4% com publicidade em 2009, descontando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redação <a href="http://www.adnews.com.br/publicidade/101086.html" target="_blank">Adnews</a> &#8211; 24/03/2010</p>
<p>A internet foi o meio de comunicação que registrou maior índice de crescimento em 2009. Foram 25,2% de aumento em relação a 2008, o que totaliza faturamento de R$ 950 milhões. A informação é do Projeto Inter-Meios divulgada nesta quarta-feira (24).</p>
<p>A mídia brasileira em geral cresceu 4% com publicidade em 2009, descontando a inflação, o número cai para 2,2%. Outro destaque ficou por conta do rádio, que registrou crescimento de 9,4% e passou para 4,4% em participação de mercado, faturando R$ 987 milhões.</p>
<p>A TV aberta, que corresponde a maior fatia do bolo publicitário, também ampliou sua participação no total dos investimentos, conquistando um share de 60,9% e R$ 13,569 bilhões, valor 7,6% maior que no ano anterior.</p>
<p>A TV por assinatura, no entanto, conseguiu apenas 2,5% de verbas publicitárias a mais do que em 2008 e manteve seu share em 3,7%.</p>
<p>Em má fase, os jornais registraram queda de 8,1% com publicidade (R$ 3,135 bilhões); as revistas caíram 6,2% (R$ 1,712 bilhão); no segmento de guias e listas o recuo de 19,7% (R$ 356 milhões) é atribuído para a migração de verbas para a internet.</p>
<p>O cinema, que faturou 7,6% a menos com publicidade, conquistou R$ 82 milhões.</p>
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		<title>Internautas não lembram de propaganda online</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 22:33:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiência]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda online]]></category>
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		<description><![CDATA[M&#38;M Online &#8211; Por Mariana Ditolvo &#8211; 22 de Março de 2010
Levantamento da Millward Brown Brasil reafirma a necessidade de relevância para marcas se relacionarem com consumidores
Jovens ou adultos, não importa. O que cativa mesmo o consumidor na internet é a oferta de conteúdo relevante. Durante apresentação no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa (ABEP) na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Internautas_nao_lembram_de_propaganda_online&amp;origem=mmbymail" target="_blank">M&amp;M Online</a> &#8211; Por Mariana Ditolvo &#8211; 22 de Março de 2010</p>
<p>Levantamento da Millward Brown Brasil reafirma a necessidade de relevância para marcas se relacionarem com consumidores</p>
<p>Jovens ou adultos, não importa. O que cativa mesmo o consumidor na internet é a oferta de conteúdo relevante. Durante apresentação no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa (ABEP) na tarde desta quarta-feira, 22, Valquíria Garré, da Millward Brown Brasil, mostrou que, apesar de nutrirem uma relação mais forte com as marcas na internet, os consumidores nao lembram de inserções publicitárias e dependem de relevância para se relacionarem.</p>
<p>Segundo pesquisa feita com uma pequena amostragem de público jovem e adulto, as categorias de produtos de tecnologia, carros, roupas e restaurantes são as que se saem melhor no boca a boca online. Por outro lado, refrigerantes, supermercados e o setor de seguros são os que oferecem menos vantagens de relacionamento, de acordo com os consumidores.</p>
<p>O estudo revelou ainda que a televisão, ao contrário do que pregam as teorias apocalípticas, ainda tem papel bastante representativo na vida das pessoas. &#8220;Esse é um resultado esperado, uma vez que a televisão é o canal que recebe mais investimentos publicitários. Por consequência, a maioria dos entrevistados associa a televisão à publicidade, mas mostram certa resistência ao falar de propaganda na internet&#8221;, disse Valquíria. Do total de jovens investigados, 28 disseram associar propaganda à TV, 5 à sites, 3 à revistas e apenas 1 ao YouTube.</p>
<p>Referência em comunicaçao online, a Coca-Cola assumiu papel importante diante desse público por conseguir usar de maneira bastante completa o mix de meios para se relacionar. &#8220;É um exemplo a ser seguido por conseguir chamar as pessoas para a internet através do comercial de televisão e, na rede, oferecer entretenimento, diversão e benefícios reais aos consumidores&#8221;, coloca Valquíria. &#8220;São associações que mostram como é cada vez menos necessário ser lembrado por uma propaganda e investir para que o consumidor se mantenha em contato constante com a marca, mudando a essência da abordagem e do ciclo de relacionamento&#8221;, finaliza.</p>
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