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	<title>os números da internet &#187; Segurança</title>
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	<description>Tudo sobre o números da web...</description>
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		<title>PMEs da AL não investem em segurança da informação, diz estudo</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 22:41:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TI Inside &#8211; quarta-feira, 7 de julho de 2010, 13h31
Embora a perda de informações seja a maior preocupação das pequenas e médias empresas (PMEs) da América Latina, a maioria delas não dispõe de uma política eficiente de segurança, de acordo com estudo encomendado a Applied Research pela fabricante de software antivírus Symantec.
De acordo com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiinside.com.br/07/07/2010/pmes-da-al-nao-investem-em-seguranca-da-informacao-diz-estudo/ti/189998/news.aspx" target="_blank">TI Inside</a> &#8211; quarta-feira, 7 de julho de 2010, 13h31</p>
<p>Embora a perda de informações seja a maior preocupação das pequenas e médias empresas (PMEs) da América Latina, a maioria delas não dispõe de uma política eficiente de segurança, de acordo com estudo encomendado a Applied Research pela fabricante de software antivírus Symantec.</p>
<p>De acordo com a consultoria, 73% das 344 empresas ouvidas na região se declararam &#8220;extremamente preocupadas&#8221; ou &#8220;preocupadas&#8221; com a perda de dados e 26% admitem ter perdido informações confidenciais no ano passado. As perdas, segundo a pesquisa, representaram prejuízo financeiro para 100% das companhias.</p>
<p>O estudo mostra que as PMEs latino-americanas gastam apenas US$ 23,4 mil por ano em políticas de proteção, enquanto a média mundial é de US$ 51 mil. Segundo Marcelo Saburo, gerente de vendas para PMEs da Symantec Brasil, as empresas alegam ter restrições orçamentárias para investir em segurança, mas a economia resulta na queda da produtividade das equipes de tecnologia da informação.</p>
<p>O analista cita que dois terços do tempo das equipes de TI são gastos para o gerenciamento dos dados das empresas, o que é muito mais caro do que a compra de um software que faz isso sem tanta necessidade de gerenciamento.</p>
<p>O relatório aponta, ainda, para os ciberataques sofridos por 74% das empresas da região nos últimos 12 meses, em que 31% foram efetivos. Destas, 59% disseram que o maior problema é a perda de produtividade dos funcionários e 20%, a perda de receita. No Brasil, a queda de produtividade foi apontada por 68% das empresas como reflexo direto dos ciberataques e 11% declararam perda de receita. A pesquisa, contudo, não mede o quanto as empresas perdem com a falta de uma política de segurança da informação.</p>
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		<title>Antivírus gratuitos respondem por 42% do mercado, revela estudo</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 22:23:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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		<description><![CDATA[TI Inside &#8211; quarta-feira, 7 de julho de 2010, 15h19
Os software antivírus gratuitos respondem por 42% do mercado mundial de aplicativos de segurança, segundo estudo realizado entre janeiro e maio deste ano pela OPswat, fornecedora de soluções de gerenciamento de dados de segurança. &#8220;Parece que os usuários finais têm mais confiança na capacidade de aplicativos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiinside.com.br/07/07/2010/antivirus-gratuitos-respondem-por-42-do-mercado-revela-estudo/ti/190015/news.aspx" target="_blank">TI Inside</a> &#8211; quarta-feira, 7 de julho de 2010, 15h19</p>
<p>Os software antivírus gratuitos respondem por 42% do mercado mundial de aplicativos de segurança, segundo estudo realizado entre janeiro e maio deste ano pela OPswat, fornecedora de soluções de gerenciamento de dados de segurança. &#8220;Parece que os usuários finais têm mais confiança na capacidade de aplicativos antivírus gratuitos para mantê-los seguros do que na dos pacotes de software pagos&#8221;, aponta a pesquisa.</p>
<p>O software antivírus mais popular é o avast! Free Antivirus, que detém 11,45% de participação de mercado. Em seguida, vem o Avira AntiVir Personal Free Antivirus, com 9,19%, à frente do AVG Anti-Virus Free, com 8,6%, do Microsoft Security Essentials, com 7,48% e do avast! Antivirus, com 5,4%. Completam a lista o Kaspersky Internet Security (4,48%), Norton AntiVirus (4,24%), ESET NOD32 Antivirus (3,84%), avast! Antivirus Professional (3,5%) e o McAfee VirusScan (3,26%).</p>
<p>Quando analisado o ranking de fornecedores, a pesquisa aponta Avast Software como a líder da indústria mundial, com participação de mercado de 19,14%, seguida pela Avira, com 11,3%, e Symantec, com 10,06%. A Microsoft ocupa a quarta posição, representando 9,29% do total.</p>
<p>Depois delas aparecem, pela ordem, AVG Technologies (9%), McAfee (7,3%), Kaspersky Labs (5,96%), Eset Software (5,66%), Panda Software (3,44%) e Trend Micro (2,8%).</p>
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		<title>Confiança do consumidor de e-commerce no Brasil em maio supera 86%</title>
		<link>http://www.osnumerosdainternet.com.br/confianca-do-consumidor-de-e-commerce-no-brasil-em-maio-supera-86/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 15:38:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[e-Commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Índices e Números]]></category>
		<category><![CDATA[confiança consumidor]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Redação do IDG Now! &#8211; Publicada em 24 de junho de 2010 às 09h00
Índice repete marca de abril; para e-bit, que realiza a medição, é sinal que lojas conseguiram manter nível de qualidade no atendimento.
O índice de confiança do consumidor de comércio eletrônico chegou a 86,03% em maio, de acordo com a empresa de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Redação do <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/06/24/confianca-do-consumidor-de-e-commerce-no-brasil-em-maio-supera-86/" target="_blank">IDG Now!</a> &#8211; Publicada em 24 de junho de 2010 às 09h00</p>
<p>Índice repete marca de abril; para e-bit, que realiza a medição, é sinal que lojas conseguiram manter nível de qualidade no atendimento.</p>
<p>O índice de confiança do consumidor de comércio eletrônico chegou a 86,03% em maio, de acordo com a empresa de serviços de e-commerce e-bit. O índice é o mesmo que foi registrado em abril.</p>
<p>No entanto, o resultado é ligeiramente inferior à média do índice em 2009, que foi de 86,3%. O índice mais baixo no ano passado foi o de fevereiro: 85,98%. O mais alto ocorreu em agosto (87,29%).</p>
<p>Para a e-bit, o patamar é positivo, pois indica que as lojas conseguiram manter seu nível de qualidade no atendimento. De acordo com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), O ponto de excelência é atingido quando o indice chega a 85%.</p>
<p>O Índice de Confiança do e-consumidor foi criado pela e-bit em parceria com o Movimento Internet Segura, um comitê da  camara-e.net voltado à educação do usuário final nas melhores práticas da web. O nível de satisfação é medido por meio de dez quesitos, como facilidade de compra, seleção de produtos, preços, navegação e entrega no prazo, entre outros.</p>
<p>O indice de maio baseou-se nas respostas de 113.948 pessoas que fizeram compras em sites de e-commerce entre os dias 1.º e 31 daquele mês.</p>
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		<title>Maioria das empresas não tem uma política de rede social, diz pesquisa</title>
		<link>http://www.osnumerosdainternet.com.br/maioria-das-empresas-nao-tem-uma-politica-de-rede-social-diz-pesquisa/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 15:40:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[política rede solcial]]></category>
		<category><![CDATA[política restritiva]]></category>

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		<description><![CDATA[Por IDG News Service &#8211; Publicada em 23 de junho de 2010 às 16h18
Levantamento revela que 42% das empresas não bloqueiam o acesso às redes, nem têm políticas a respeito, e 5% decidiram pelo bloqueio completo.
A maioria das organizações não tem uma política de rede social, apesar dos funcionários acessarem, irrestritamente, sites populares, de acordo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/06/23/maioria-das-empresas-nao-tem-uma-politica-de-rede-social-diz-pesquisa/" target="_blank">IDG News Service</a> &#8211; Publicada em 23 de junho de 2010 às 16h18</p>
<p>Levantamento revela que 42% das empresas não bloqueiam o acesso às redes, nem têm políticas a respeito, e 5% decidiram pelo bloqueio completo.</p>
<p>A maioria das organizações não tem uma política de rede social, apesar dos funcionários acessarem, irrestritamente, sites populares, de acordo com uma pesquisa realizada pela Symantec, no início de junho.</p>
<p>Dos 336 entrevistados,  50% disseram acessar Facebook ou YouTube, pelo menos uma vez por dia, e 16% informaram que acessam os sites de três a cinco vezes por dia. Mais da metade destes acessos são por razões comerciais, de acordo com a pesquisa. Outros 46% confirmaram que acessam os sites por motivos pessoais.</p>
<p>&#8220;O mais interessante é o elevado nível de preocupação dos CISOs e CIOs sobre as redes sociais, e, ainda assim, só alguns deles têm realmente implementado políticas, procedimentos ou qualquer tipo de bloqueio&#8221;, disse o diretor responsável de segurança da Symantec, Kevin Haley.</p>
<p>&#8220;De todos os pesquisados, apenas 5% indicaram um bloqueio completo de sites nos locais de trabalho, uma solução que não é realmente viável em um ambiente empresarial de hoje&#8221;, disse ele. Entre as organizações entrevistadas, 42% disseram que não bloqueiam o acesso dos funcionários, e que não têm uma política de mídia social em uso.</p>
<p>Para Haley, a maioria das empresas precisará permitir o acesso dos funcionários às redes sociais, tanto por motivos de negócios como também porque os trabalhadores já começaram a demandar isso. De fato, 32% dos pesquisados indicaram que o bloqueio às redes sociais durante o horário de trabalho influenciaria na decisão de trabalhar ou não para uma empresa.</p>
<p>Um outro relatório, divulgado no mês passado pela Clearswift, descobriu que o acesso ilimitado à Internet é, para muitos jovens trabalhadores de hoje, mais importante do que o salário.</p>
<p>&#8220;Para as empresas, o primeiro passo é ter uma política. As pessoas precisam avaliar os riscos, estabelecer uma política e educar os usuários sobre a razão destas políticas&#8221;, finalizou Haley.<br />
(Joan Goodchild)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Aplicações de entretenimento dobram spam em redes sociais</title>
		<link>http://www.osnumerosdainternet.com.br/aplicacoes-de-entretenimento-dobram-spam-em-redes-sociais/</link>
		<comments>http://www.osnumerosdainternet.com.br/aplicacoes-de-entretenimento-dobram-spam-em-redes-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 May 2010 23:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>
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		<category><![CDATA[spam]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Redação do IDG Now! &#8211; Atualizada em 09 de abril de 2010 às 11h37
Os usuários das redes tendem a aceitar perfis falsos de usuários mal intencionados para ganhar mais pontos em games sociais, diz estudo.
Nas redes sociais, como o Facebook, o uso de aplicativos de games aumenta as práticas de spam e  phishing [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Redação do <a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/04/09/aplicacoes-de-entretenimento-dobram-spam-em-redes-sociais/" target="_blank">IDG Now!</a> &#8211; Atualizada em 09 de abril de 2010 às 11h37</p>
<p>Os usuários das redes tendem a aceitar perfis falsos de usuários mal intencionados para ganhar mais pontos em games sociais, diz estudo.</p>
<p>Nas redes sociais, como o Facebook, o uso de aplicativos de games aumenta as práticas de spam e  phishing em mais de 50%, segundo uma pesquisa realizada pela empresa de segurança BitDefender.</p>
<p>Na maioria dos aplicativos de entretenimento, para obter uma pontuação alta e se desenvolver, o usuário deve contar com a participação de um número considerável de amigos. Os internautas mal intencionados exploram esse interesse por meio de perfis falsos e bots que enviam mensagens de spam para grupos, de acordo com o estudo.</p>
<p>Diferentemente do spam comum, nesta nova tendência os perfis falsos são adicionados pelos usuários, que querem se beneficiar nos jogos. Isso dificulta a suspensão automática da conta ilícita, já que o usuário mal intencionado não está violando as regras.</p>
<p>Perfis atraentes<br />
A pesquisa também mostrou que as contas falsas mais bem sucedidas são aquelas que imitam os perfis reais. A companhia comprovou isso pela criação de três perfis atraentes no Facebook: um sem nenhuma foto e com poucos detalhes, outro com uma imagem e informação limitada e um terceiro com uma grande quantidade de dados e fotos. Depois de colocar todos os perfis na categoria de grupos de interesse geral, o círculo de amigos aumentou com 23 conexões para o primeiro perfil, 47 para o segundo e 53 para o terceiro.</p>
<p>Continuando com o teste em grupos de jogos sociais, o volume de usuários querendo adicionar pessoas desconhecidas aumentou drasticamente. Em um dia, 85 usuários aceitaram um pedido do primeiro perfil, 108 do segundo e 111 do terceiro.</p>
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		<item>
		<title>Índice de satisfação com e-commerce no Brasil atinge 85% em fevereiro</title>
		<link>http://www.osnumerosdainternet.com.br/indice-de-satisfacao-com-e-commerce-no-brasil-atinge-85-em-fevereiro/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 22:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[e-Commerce]]></category>
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		<category><![CDATA[satisfação]]></category>

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		<description><![CDATA[TI Inside &#8211; quinta-feira, 8 de abril de 2010, 15h37
Apesar de ainda apresentar oscilação no índice, a confiança do consumidor brasileiro no comércio eletrônico manteve-se estável em fevereiro. Pesquisa feita pela pela empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit, encomendada pelo Movimento Internet Segura (MIS), revela que 85% dos consumidores eletrônicos declararam estar satisfeitos com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiinside.com.br/08/04/2010/indice-de-satisfacao-com-e-commerce-no-brasil-atinge-85-em-fevereiro/ti/175101/news.aspx" target="_blank">TI Inside</a> &#8211; quinta-feira, 8 de abril de 2010, 15h37</p>
<p>Apesar de ainda apresentar oscilação no índice, a confiança do consumidor brasileiro no comércio eletrônico manteve-se estável em fevereiro. Pesquisa feita pela pela empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit, encomendada pelo Movimento Internet Segura (MIS), revela que 85% dos consumidores eletrônicos declararam estar satisfeitos com suas compras on-line em fevereiro, mesmo percentual registrado em igual período do ano passado.</p>
<p>Na opinião do diretor executivo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (câmara-e.net), Gerson Rolim, o fato de o índice não ter se alterado foi &#8220;uma vitória para o setor&#8221;. Ele diz que o percentual de satisfação estabelecido como de &#8220;excelência&#8221; no mercado de comércio eletrônico é 85%, número que se vem mantendo há mais de um ano no Brasil.</p>
<p>De acordo com o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o número de clientes satisfeitos com suas compras pela internet deve começar a aumentar agora, como ocorreu no ano passado, por conta de influências sazonais. Ele aponta, porém, que manter a mesma margem de satisfação será um grande desafio de agora em diante, já que o acesso à internet cresce a cada mês e, portanto, a demanda por compras on-line também.</p>
<p>O estudo ouviu 94.201 pessoas durante todo o mês de fevereiro.</p>
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		<item>
		<title>Brasil lidera ranking mundial de spams</title>
		<link>http://www.osnumerosdainternet.com.br/brasil-lidera-ranking-mundial-de-spams/</link>
		<comments>http://www.osnumerosdainternet.com.br/brasil-lidera-ranking-mundial-de-spams/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 13:51:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Índices e Números]]></category>
		<category><![CDATA[fraude bancária]]></category>
		<category><![CDATA[spam]]></category>

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		<description><![CDATA[Redação Adnews &#8211; 25/03/2010
O Brasil é a origem de 14% de todo o spam que entope as caixas de e-mail de internautas do mundo todo. O principal foco é a fraude bancária. Os dados estão em um levantamento apresentado na quarta-feira (24) pela multinacional espanhola de segurança na rede Panda Security.
Os responsáveis pela pesquisas explicam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redação <a href="http://www.adnews.com.br/tecnologia/101114.html" target="_blank">Adnews</a> &#8211; 25/03/2010</p>
<p>O Brasil é a origem de 14% de todo o spam que entope as caixas de e-mail de internautas do mundo todo. O principal foco é a fraude bancária. Os dados estão em um levantamento apresentado na quarta-feira (24) pela multinacional espanhola de segurança na rede Panda Security.</p>
<p>Os responsáveis pela pesquisas explicam que o aumento de spams e cibercrimes no país é resultado direto do desempenho da economia brasileira.</p>
<p>Em entrevista a Folha de S.Paulo, o diretor técnico da PandaLabs, Luiz Corrons, disse que &#8220;A questão da lei é delicada, mas a razão para tantos cibercrimes no Brasil é porque lá há dinheiro&#8221; e completou &#8220;O cibercriminoso quer dinheiro.&#8221;</p>
<p>Cinco milhões de e-mails de spam enviados em janeiro e fevereiro foram analisados. O segundo país que mais envia spam é a Índia, com 11% dos spams, seguida pela Coreia do Sul. Os EUA, antes líderes, aparecem em quinto, após o Vietnã.<br />
O estudo do PandaLabs é pioneiro, mas um relatório da multinacional americana Cisco Systems, divulgado em dezembro, mostra que em 2009 o Brasil foi, pela primeira vez, o campeão de spams, com 7,7 trilhões de e-mails.</p>
<p>A maior parte dos spams brasileiros é de trojans, que contêm softwares para phishing, ou seja, e-mails com arquivos executáveis e links disfarçados como mensagens de bancos ou mesmo anexos de fotos, que se instalam no computador, roubam senhas e outros dados, segundo o Panda Labs. A empresa alerta também que uma parcela significativa dos spams é disparada de unidades escravizadas (computadores infectados por trojans).</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Google afirma ter removido 98% da pedofilia no Orkut</title>
		<link>http://www.osnumerosdainternet.com.br/google-afirma-ter-removido-98-da-pedofilia-no-orkut/</link>
		<comments>http://www.osnumerosdainternet.com.br/google-afirma-ter-removido-98-da-pedofilia-no-orkut/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 13:29:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Índices e Números]]></category>
		<category><![CDATA[combate ao crime]]></category>
		<category><![CDATA[Orkut]]></category>
		<category><![CDATA[pedofilia]]></category>
		<category><![CDATA[pornografia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Safernet]]></category>

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		<description><![CDATA[TI Inside &#8211; quarta-feira, 24 de março de 2010, 17h20
Cerca de dois anos depois de assinar um acordo com a CPI da Pedofilia para combater o crime no site de relacionamentos Orkut, o Google anunciou que praticamente 100% das ocorrências foram identificadas e removidas – a média dos últimos 21 meses foi de aproximadamente 98%. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiinside.com.br/24/03/2010/google-afirma-ter-removido-98-da-pedofilia-no-orkut/ti/173049/news.aspx" target="_blank">TI Inside</a> &#8211; quarta-feira, 24 de março de 2010, 17h20</p>
<p>Cerca de dois anos depois de assinar um acordo com a CPI da Pedofilia para combater o crime no site de relacionamentos Orkut, o Google anunciou que praticamente 100% das ocorrências foram identificadas e removidas – a média dos últimos 21 meses foi de aproximadamente 98%. Os casos restantes foram identificados e retirados após denúncias de usuários do site de relacionamentos, segundo nota divulgada pela empresa nesta quarta-feira, 24.</p>
<p>Segundo o Google, desde junho de 2008, quando anunciou a criação de um pacote de medidas de segurança em conjunto com as autoridades brasileiras, novas ferramentas tecnológicas foram criadas – e outras já existentes aperfeiçoadas –, para a identificação e remoção de conteúdos de pornografia infantil ou pedofilia encontrados no Orkut.</p>
<p>Em junho de 2008, o Google, a ONG Safernet e o Ministério Público Federal firmaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que resultou numa série de medidas concretas de combate à pornografia infantil na internet. Anunciado durante sessão na CPI da Pedofilia no Senado Federal, o TAC previu, entre outros compromissos, a criação de novos filtros tecnológicos e ferramentas para remover e prevenir a publicação de material comprovadamente ilícito por parte dos usuários do Orkut.</p>
<p>“Todos os compromissos foram cumpridos. As ferramentas foram desenvolvidas e aperfeiçoadas com tecnologias inovadoras. Foram realizadas 19 reuniões presenciais e mais 21 conferências por telefone entre as equipes do Google e da Safernet para ajustar as ferramentas. Além disso, foram realizadas reuniões bimestrais de acompanhamento do TAC na sede do Ministério Público Federal em São Paulo”, afirma o Google, em nota.</p>
<p>“Os avanços observados nesse período, obtidos com o apoio da Safernet e das autoridades brasileiras, reforçaram o comprometimento do Google em oferecer a mais segura experiência de navegação possível aos internautas&#8221;, afirma Ivo Corrêa, diretor de relações governamentais do Google Brasil.</p>
<p>Além dos compromissos assumidos no TAC, o Google desenvolveu uma série de ferramentas tecnológicas para análise de textos, imagens e símbolos, capaz de ajudar na identificação de conteúdo de pornografia infantil e colocada, há quase um ano, à disposição da SaferNet Brasil e do Ministério Público Federal em São Paulo. No entanto, essas ferramentas ainda não foram utilizadas por falta de computadores capazes de processá-las.</p>
<p>Em balanço das atividades do TAC, durante audiência pública nesta quarta-feira, o presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES), anunciou a intenção de buscar apoio de empresas privadas, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal para assegurar os meios necessários à plena utilização dessas ferramentas.</p>
<p>O diretor de Políticas Públicas e Relações Governamentais do Google, Ivo Corrêa, explicou na CPI da Pedofilia que essas ferramentas foram desenvolvidas no âmbito do projeto Cosme. Trata-se de um classificador de texto, capaz de calcular automaticamente a probabilidade de ocorrência de crime em cada uma das páginas analisadas. Há ainda um detector de imagens e um detector de símbolos, que igualmente calculam a probabilidade de esses elementos gráficos estarem associados a atividade ilegal. Integra ainda o conjunto de ferramentas um visualizador de dados numéricos e de tendências.</p>
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		<title>Brasil é o país que mais recebe ataques de trojan bancário</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 22:10:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Índices e Números]]></category>
		<category><![CDATA[fraudes bancárias]]></category>
		<category><![CDATA[virus]]></category>

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		<description><![CDATA[TI Inside &#8211; terça-feira, 23 de março de 2010, 15h47
O Brasil é o país que mais sofreu ataques de vírus responsáveis por roubar dados de autenticação em sites de bancos (trojan banker) do mundo. Segundo levantamento da fabricante russa de software de segurança Kaspersky Lab, o país foi alvo de 36% dos ataques feitos por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiinside.com.br/23/03/2010/brasil-e-o-pais-que-mais-recebe-ataques-de-trojan-bancario/ti/172778/news.aspx" target="_blank">TI Inside</a> &#8211; terça-feira, 23 de março de 2010, 15h47</p>
<p>O Brasil é o país que mais sofreu ataques de vírus responsáveis por roubar dados de autenticação em sites de bancos (trojan banker) do mundo. Segundo levantamento da fabricante russa de software de segurança Kaspersky Lab, o país foi alvo de 36% dos ataques feitos por trojan banker no mundo, seguido pela China, com 21%, Rússia e Espanha, ambas com 8%.</p>
<p>Segundo o analista sênior de vírus para América Latina da Kaspersky, Dmitry Bestuzhev, o Brasil também é o responsável pela imensa maioria das ameaças de trojan que recebe e por muitos dos vírus que acometem os computadores no restante do mundo.</p>
<p>A fabricante de software aponta, ainda, que curiosamente o Brasil não chega nem a figurar no ranking dos maiores recebedores de trojan responsáveis por roubar senhas de usuários. Esta lista é liderada pela China, com 63% dos ataques, seguida pela Rússia, com 12%, e Alemanha, com 4%.</p>
<p>O relatório da Kaspersky analisou a incidência de dois dos três tipos de trojan existentes no mercado. A fabricante não observou o comportamento dos países em relação aos trojan spy, responsáveis pela coleta de todos os dados dos usuários, e não apenas senhas e informações de conta virtual em bancos.</p>
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		<title>Cresce o número de sites que pregam o racismo e ataques terroristas</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 22:54:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[ataques terroristas]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Redação do IDG Now! &#8211; Atualizada em 23 de março de 2010 às 11h54
De acordo com o relatório &#8220;Digital Terrorism and Hate 2010&#8243;, foram encontrados cerca de 11,5 mil endereços, redes e fóruns do gênero.
O número de sites e redes sociais utilizados para propagar o ódio, racismo e atividades terroristas  cresce no mundo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Redação do <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/23/cresce-o-numero-de-sites-que-pregam-a-intolerancia/" target="_blank">IDG Now!</a> &#8211; Atualizada em 23 de março de 2010 às 11h54</p>
<p>De acordo com o relatório &#8220;Digital Terrorism and Hate 2010&#8243;, foram encontrados cerca de 11,5 mil endereços, redes e fóruns do gênero.</p>
<p>O número de sites e redes sociais utilizados para propagar o ódio, racismo e atividades terroristas  cresce no mundo, revela estudo divulgado pela organização internacional de direitos humanos Simon Wiesenthal Center.</p>
<p>De acordo com o relatório intitulado &#8220;Digital Terrorism and Hate 2010&#8243;, foram encontrados cerca de 11,5 mil endereços, redes e fóruns que pregam a intolerância – 20% a mais do que o conteúdo encontrado no ano passado.</p>
<p>Na avaliação da entidade, essa quantidade pode ser apenas uma fração do número real de sites e páginas existente.</p>
<p>Foram encontrados na última vistoria um jogo online que permite bombardear as vítimas do terremoto no Haiti, um fórum comparando homossexuais a ratos e vermes, um leilão de um anel supostamente retirado de um prisioneiro de campo de concentração durante o Holocausto, entre outros.</p>
<p>Com a expansão das redes sociais e dos sites de postagem de vídeos, este tipo de conteúdo tornou-se popular, uma vez que sua disseminação se dá por um processo mais rápido, avalia a organização. Para a entidade, o Facebook é um dos locais que mais agregam grupos empenhados em ataques às minorias.</p>
<p>O relatório completo da Simon Wiesenthal Center é distribuído em CD-ROM para agentes policiais e agências governamentais.</p>
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