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	<title>os números da internet &#187; SEM / SEO</title>
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		<title>Enquanto Yahoo perde espaço no segmento de buscas, Bing cresce</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 17:42:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por IDG News Service &#8211; Atualizada em 12 de fevereiro de 2010 às 16h36
Mudanças na participação na área de pesquisas na web é um reflexo do lançamento do produto da Microsoft e da parceria firmada entre as empresas.
Internautas dos Estados Unidos continuam migrando de serviços de busca, do Yahoo para a Microsoft, uma tendência que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/02/12/enquanto-yahoo-perde-espaco-em-buscas-bing-cresce/" target="_blank">IDG News</a> Service &#8211; Atualizada em 12 de fevereiro de 2010 às 16h36</p>
<p>Mudanças na participação na área de pesquisas na web é um reflexo do lançamento do produto da Microsoft e da parceria firmada entre as empresas.</p>
<p>Internautas dos Estados Unidos continuam migrando de serviços de busca, do Yahoo para a Microsoft, uma tendência que começou na metade de 2009, depois que a companhia de softwares lançou o Bing e as duas empresas assinaram uma parceria para a área de buscas.</p>
<p>A participação do Yahoo nas buscas norte-americanas caiu de 17,3% em dezembro para 17% em janeiro, enquanto a Microsoft ganhou terreno: de 10,7% para 11,3%, de acordo com a comScore.</p>
<p>Em abril, antes do lançamento do Bing e do fechamento do acordo, o Yahoo matinha 20,4% das buscas, enquanto a Microsoft detinha apenas 8,2%.</p>
<p>O Google continua dominando o mercado, com 65,4% das pesquisas realizadas em janeiro nos EUA, queda de 0,3 ponto percentual em relação a dezembro, mas ainda assim maior do que os 64,2% registrados em abril.</p>
<p>A queda da participação do Yahoo no mercado traz más notícias para a receita em publicidade em buscas da companhia, que ainda não foi integrada ao acordo com a Microsoft devido a uma aprovação regulatória pendente.</p>
<p>Os representantes do Yahoo disseram várias vezes que a publicidade em buscas continua sendo uma fonte muito importante de receitas para a companhia. Enquanto a empresa pretende terceirizar as funções de busca back-end para a Microsoft, há também planos para continuar a inovação em sites de buscas com recursos de interface para o usuário.</p>
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		<title>Apenas um terço dos usuários de sites de busca clica em links patrocinados</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 16:50:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Redação do IDG Now! &#8211; Atualizada em 14 de janeiro de 2010 às 08h38
De acordo com um levantamento realizado pela WBI Brasil, mais da metade dos internautas prefere resultados espontâneos.
Uma pesquisa realizada pela WBI Brasil aponta que 75,93% dos internautas que utilizam ferramentas de busca na web preferem resultados espontâneos, enquanto 24,07% clicam nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Redação do <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/01/13/apenas-um-terco-dos-usuarios-de-sites-de-busca-clica-em-links-patrocinados/" target="_blank">IDG Now!</a> &#8211; Atualizada em 14 de janeiro de 2010 às 08h38</p>
<p>De acordo com um levantamento realizado pela WBI Brasil, mais da metade dos internautas prefere resultados espontâneos.</p>
<p>Uma pesquisa realizada pela WBI Brasil aponta que 75,93% dos internautas que utilizam ferramentas de busca na web preferem resultados espontâneos, enquanto 24,07% clicam nos links patrocinados.</p>
<p>Chamado de “Raio-x do e-commerce. Quem é quem na mente do consumidor”, o estudo é realizado anualmente e já está na sua sexta edição.</p>
<p>Apesar do número de acesso aos Links Patrocinados ser menor, a pesquisa sugere uma tendência de aumento na quantidade de cliques nesse tipo de anúncio.</p>
<p>De todos os internautas que utilizam mecanismos de buscas, 20% abrem somente a primeira página, 28% vão até a segunda e 52% seguem até a terceira página ou suas sucessoras.</p>
<p>A pesquisa também comprovou que o Google é o mais buscador mais utilizado. A companhia da internet dominou com 95,4%, seguido pelo Bing, com 2,9% e Yahoo, com 1,7%.</p>
<p>No total, o estudo coletou 1080 respostas dos participantes das edições do evento Café Com Internet realizadas em 2009 em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.</p>
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		<title>2009: Um ano ruim para a publicidade online</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 11:42:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Meio&#38;Mensagem &#8211; Do Advertising Age &#8211; 20 de Outubro de 2009 às 10:11
Nos EUA, setor vivencia o pior período desde 2002. Estimativas dos investimentos chegam a US$ 22,8 bilhões, valor 2,9% menor do que o total do ano passado
O ano de 2009 foi ruim para a publicidade online. Esse promete ser o primeiro período de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=2009__Um_ano_ruim_para_a_publicidade_online&amp;origem=mmbymail" target="_blank">Meio&amp;Mensagem</a> &#8211; Do Advertising Age &#8211; 20 de Outubro de 2009 às 10:11</p>
<p>Nos EUA, setor vivencia o pior período desde 2002. Estimativas dos investimentos chegam a US$ 22,8 bilhões, valor 2,9% menor do que o total do ano passado</p>
<p>O ano de 2009 foi ruim para a publicidade online. Esse promete ser o primeiro período de declínio para o setor desde o ano de 2002, quando o mercado vivenciou a ressaca dos anos da bolha da internet.</p>
<p>Nos Estados Unidos, as estimativas dos investimentos em publicidade online chegam a US$ 22,8 bilhões em 2009, valor 2,9% menor do que o total investido no ano passado. De acordo com uma projeção da eMarketer divulgada nessa última segunda-feira, 19, o declínio deve-se a acentuadas quedas na captação de patrocínios e nos e-mails marketing. Já as receitas com banners praticamente igualaram as de 2008.</p>
<p>Por outro lado, as pesquisas online aparecem como um importante fator positivo nesse cenário. As expectativas são de que o search marketing feche o ano de 2009 com um crescimento de 4%, o que prova a sua resistência dentre as demais formas de marketing online. O desempenho da publicidade vinculada a vídeos também cresceu, mas ainda é uma parcela muito pequena para pesar nos números finais do setor.</p>
<p>Os resultados divulgados pelo eMarketer surgem duas semanas depois de o International Advertising Bureau (IAB) revelar que o volume de anúncios online no país caiu 5% nos primeiros seis meses de 2009. Esses dados do IAB serviram como referência para o EMarketer formular suas perspectivas para o restante do ano e chegar às projeções dos negócios que serão movimentados pela publicidade online nos próximos meses.</p>
<p>Os resultados da pesquisa também apontaram para o cenário atual das corporações da internet no cenário da publicidade online. Cerca de um quarto de todos os anúncios online gerados e vinculados nos Estados Unidos passam ou fluem através do Google. Isso pode significar uma esperança para o setor, já que o balanço divulgado pelo gigante das buscas mostrou que as receitas da companhia cresceram, dando sinal de uma recuperação acelerada após o período da crise econômica global.</p>
<p>De modo geral, o mercado de publicidade online ainda enfrentará desafios dentro do atual cenário da economia. A maioria dos 100 maiores anunciantes listados pelo ranking do Advertising Age ainda direcionam pequenas partes de sua verba para o marketing online. Nos Estados Unidos, atualmente, a publicidade online angaria menos de 10% do total do bolo publicitário.</p>
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		<title>Google e Microsoft batem recorde de anúncios no fim de 2008</title>
		<link>http://www.osnumerosdainternet.com.br/google-e-microsoft-batem-recorde-de-anuncios-no-fim-de-2008/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 03:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TI INSIDE &#8211; segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Dezembro encerrou o &#8220;mais forte trimestre&#8221; em publicidade on-line exibidos pelos mecanismos de buscas do Google e do Microsoft Live Search, de acordo com dados coletados pela empresa de pesquisa na internet AdGooroo. Ambos os sites apresentaram forte aumento no número de anunciantes. O número de anúncios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiinside.com.br/News.aspx?ID=111896&amp;C=265" target="_blank">TI INSIDE</a> &#8211; segunda-feira, 12 de janeiro de 2009</p>
<p>Dezembro encerrou o &#8220;mais forte trimestre&#8221; em publicidade on-line exibidos pelos mecanismos de buscas do Google e do Microsoft Live Search, de acordo com dados coletados pela empresa de pesquisa na internet AdGooroo. Ambos os sites apresentaram forte aumento no número de anunciantes. O número de anúncios por palavras-chave no Google também aumentou, registrando um crescimento global no período de 58%. &#8220;O aumento nas contas de anunciantes é surpreendente dado o atual ambiente de pessimismo&#8221;, disse a AdGooroo em seu relatório.<span id="more-556"></span></p>
<p>O número de anunciantes da Microsoft subiu 16,4%, apenas três pontos percentuais abaixo do Yahoo, o que fechou último trimestre do ano com cerca de 18%. Como a Microsoft e o Yahoo têm pouca sobreposição entre os principais anunciantes (que geram 80% de todas as impressões de anúncios), uma fusão das duas empresas – como voltou a se cogitar recentemente – aumentaria a contagem para 157%, segundo o AdGooroo. Isso significa mais anúncios relevantes, o que levaria a um cenário mais competitivo e a chamada “monetização” a níveis mais elevados.</p>
<p>Nos três últimos meses do ano, o Google baixou deliberadamente a cobertura dos anúncios para melhorar aquilo que chama &#8220;qualidade do anúncio&#8221; – com a meta aumentar a relevância dos anúncios. No terceiro trimestre do ano passado, o número de anúncios por palavras-chave exibido por meio do seu mecanismo de busca era de 2,5, em média. Antes do quarto trimestre, o Google aumentou esse número para pouco mais de quatro horas – mais do que qualquer um dos três principais mecanismos de busca em nível mundial.</p>
<p>Em novembro, os anúncios do Google começaram a aparecer em novos locais: no YouTube e nos resultados de buscas no Google Finance, por exemplo. Imagens baseadas em anúncios também foram incorporadas nos resultados das buscas o que contribuiu significativamente para que fechasse o ano com um recorde.</p>
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		<title>Google segue com folga na liderança de buscas</title>
		<link>http://www.osnumerosdainternet.com.br/google-segue-com-folga-na-lideranca-de-buscas/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 22:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[MM Online &#8211; 06/01/2009 &#8211; 12:30
Live Search, da Microsoft, teve redução de 3% na participação neste mercado, que tem ainda o Yahoo na segunda colocação
O Google continua a uma grande distância de seus concorrentes em buscas na internet, ao mesmo tempo em que a rival Microsoft perdeu usuários, mesmo com a estratégia de pagar para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?Google_segue_com_folga_na_lideranca_de_buscas" target="_blank">MM Online</a> &#8211; 06/01/2009 &#8211; 12:30</p>
<p>Live Search, da Microsoft, teve redução de 3% na participação neste mercado, que tem ainda o Yahoo na segunda colocação</p>
<p>O Google continua a uma grande distância de seus concorrentes em buscas na internet, ao mesmo tempo em que a rival Microsoft perdeu usuários, mesmo com a estratégia de pagar para que as pessoas utilizassem seus serviços.</p>
<p>Os dados são da Nielsen Online, que apontou que em novembro passado o Google teve participação de 64,1% em todas as buscas realizadas nos Estados Unidos, quase 6% a mais do que os 57,7% que a empresa teve no mesmo mês em 2007.<span id="more-541"></span></p>
<p>Já o serviço LiveSearch, da Microsoft, teve o market share reduzido de 12% para 9,1%. Vale ressaltar que a queda ocorreu no momento que marca o início das compras de fim de ano, fato que poderia ter beneficiado a sua amigável ferramenta de busca de produtos.</p>
<p>Em maio de 2008, a empresa lançou o Cashback, que ofereceria descontos na compra de bens de varejistas localizados pelo site.</p>
<p>A segunda colocação continua com o Yahoo, que decaiu dois pontos, chegando a 16,1%. Na prática, o site manteve o mesmo número de buscas, já que essa queda de participação foi causada pelo crescimento da categoria.</p>
<p>Com informações do Adweek.</p>
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		<title>Yahoo cai em buscas mas supera Google em links patrocinados, diz pesquisa</title>
		<link>http://www.osnumerosdainternet.com.br/yahoo-cai-em-buscas-mas-supera-google-em-links-patrocinados-diz-pesquisa/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Dec 2008 01:40:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Redação do IDG Now! &#8211; Atualizada em 26 de dezembro de 2008 às 16h25
São Paulo &#8211; Com 18,8% das buscas nos EUA, Yahoo está longe dos 70,8% de participação do Google, mas detém 8% dos links patrocinados, diz Compete.
Em novembro, os internautas norte-americanos fizeram 7,23 milhões de buscas online apresentando estabilidade em relação às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Redação do IDG Now! &#8211; Atualizada em 26 de dezembro de 2008 às 16h25</p>
<p>São Paulo &#8211; Com 18,8% das buscas nos EUA, Yahoo está longe dos 70,8% de participação do Google, mas detém 8% dos links patrocinados, diz Compete.</p>
<p>Em novembro, os internautas norte-americanos fizeram 7,23 milhões de buscas online apresentando estabilidade em relação às buscas registradas em outubro e alta de 35,8% em relação ao volume de buscas registrado em novembro de 2007, revela a análise da Compete.</p>
<p>A participação do Google continua em alta, enquanto a dos rivais Yahoo, em segundo lugar, e MSN/Live, em terceiro, mantém-se em queda.<span id="more-507"></span></p>
<p>No mês passado, o gigante de buscas alcançou 70,8% de participação no mercado norte-americano, o que revela um ligeiro aumento de 0,03 ponto porcentual em relação a outubro e de 8,8 pontos sobre novembro de 2007, quando a empresa contava com 62,5% das buscas nos Estados Unidos.</p>
<p>O Yahoo permanece com menos de 20% das buscas nos EUA pelo terceiro mês consecutivo. Em novembro, o buscador registrou 18,8% de participação no segmento ficando estável em relação a outubro, quando teve 18,9% de participação. Em novembro de 2007, a empresa detinha 23,5% das buscas na internet norte-americana.</p>
<p>Com 6,9% de participação, os serviços de buscas da Microsoft MSN/Live se mantém em terceiro lugar, tendo apresentado um crescimento em relação a outubro, quando detinham 6,5% do mercado.</p>
<p>Os buscadores Ask, com 2,5% de participação, e AOL com 1% das buscas nos EUA, permanecerem em quarto e quinto lugares, respectivamente, com pouca variação sobre outubro tanto em participação como em volume de buscas.</p>
<p>De acordo com o índice da comScore, divulgado na última semana, os norte-americanos fizeram 12,3 bilhões de buscas em novembro, volume que representa uma queda de 3% sobre outubro. O Google teve uma alta de 0,4 ponto porcentual em relação a outubro e registrou 63,5% de participação nas buscas referentes ao mês passado. O Yahoo, em segundo, teve uma participação de 20,4%, seguido pela plataforma Microsoft, com 8,3% das buscas. Ask.com  e AOL, registraram, respectivamente, 4% e 3,8% de participação em novembro.</p>
<p>Buscas patrocinadas<br />
No relatório de novembro, a Compete.com passou a incluir uma avaliação sobre links patrocinados – que exibem publicidade relativa aos resultados de buscas do internauta.</p>
<p>O Yahoo lidera o segmento de links patrocinados com 8% de participação &#8211; 0,1 ponto porcentual à frente do Google. Em novembro, a empresa ganhou 0,3 pontos porcentuais de vantagem em relação a outubro deste ano.</p>
<p>Os cliques em links patrocinados vindos do Google representaram 7,9% do universo pesquisado, apresentando um salto de 1% em relação a outubro, considerado o maior crescimento mensal da empresa em 2008 neste segmento.</p>
<p>Os links patrocinados da plataforma Microsoft MSN/Live aparecem em terceiro lugar no ranking da Compete.com, tendo 4,3% de participação em novembro. Em quarto lugar o Ask.com perdeu um ponto percentual em relação a outubro e detém 3% das buscas patrocinadas.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Google perde fatia na publicidade online</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 18:28:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[SEM / SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Índices e Números]]></category>

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		<description><![CDATA[Guilherme Pavarin, de INFO Online &#8211; Domingo, 21 de dezembro de 2008 &#8211; 14h07
Mesmo com queda, Google ainda domina com folga o ´market share´
SÃO PAULO – Uma análise divulgada esta semana pela Attributor, uma empresa americana de pesquisa de conteúdo na web, divulgou que o Google detém 56,5% do mercado de anúncios na rede.

O resultado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Guilherme Pavarin, de <a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/122008/21122008-1.shl" target="_blank">INFO Online</a> &#8211; Domingo, 21 de dezembro de 2008 &#8211; 14h07</p>
<p>Mesmo com queda, Google ainda domina com folga o ´market share´</p>
<p>SÃO PAULO – Uma análise divulgada esta semana pela Attributor, uma empresa americana de pesquisa de conteúdo na web, divulgou que o Google detém 56,5% do mercado de anúncios na rede.<span id="more-499"></span></p>
<h5><img title="Mesmo com queda, Google ainda domina com folga o ´market share´ / " src="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/fotos/publicidade_online_google.jpg" alt="Mesmo com queda, Google ainda domina com folga o ´market share´ / " /></h5>
<p>O resultado seria bastante animador se, no primeiro trimestre, o mesmo veículo de pesquisa não tivesse apontado para 69,7% do market share. Em menos de um ano, o Google perdeu 13,2% do mercado de propagandas online, mas continua dominando por meio do DoubleClick (que adquiriu em março deste ano) e AdSense.</p>
<p>A maioria das empresas acompanhou a queda, entre elas Yahoo!, que perdeu 4 pontos percentuais desde o começo do ano, e Microsoft, que assegura com uma quantia ínfima para o tamanho de sua empresa: 3,8%.</p>
<p>Segundo o relatório, DoubleClick é disparadamente a mais forte nos sites automotivos, com 58% do mercado de publicidades. Nos blogs, o AdSense pega a maior fatia: 40%. Já no bem disputado departamento de saúde, a maior parte vai para o Yahoo!, com 13% do total de anúncios.</p>
<p>O Attributor analisou os anúncios em 75 milhões de domínios.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>iMac 10 anos: confira 8 mudanças que o computador provocou na indústria</title>
		<link>http://www.osnumerosdainternet.com.br/imac-10-anos-confira-8-mudancas-que-o-computador-provocou-na-industria/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 06:37:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Foresta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Projeções]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Macworld/Reino Unido &#8211; IDG Now!
Atualizada em 15 de agosto de 2008 às 10h55
Londres &#8211; Em 15 de agosto de 1998, o iMac começou a ser vendido. Veja as oito mudanças que ele gerou na indústria de computadores.
O iMac causou uma impressão forte quando a Apple anunciou o produto em maio de 1998. Mas as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Macworld/Reino Unido &#8211; <a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2008/08/15/imac-10-anos-confira-8-mudancas-que-o-computador-provocou-na-industria/" target="_blank">IDG Now!</a><br />
Atualizada em 15 de agosto de 2008 às 10h55</p>
<p>Londres &#8211; Em 15 de agosto de 1998, o iMac começou a ser vendido. Veja as oito mudanças que ele gerou na indústria de computadores.<span id="more-96"></span></p>
<p>O iMac causou uma impressão forte quando a Apple anunciou o produto em maio de 1998. Mas as coisas realmente começaram a acontecer quando o computador começou a ser vendido oficialmente, em 15 de agosto de 1998.</p>
<p>Com certeza, o iMac original foi o desktop que mais influenciou os computadores na última década. Era uma máquina com processador PowerPC G3 de 233 MHz, 32 MB de RAM, 4 GB de disco rígido, monitor de 15 polegadas integrado e alto-falantes estéreo – tudo dentro de um case com design incrível.</p>
<p>O lançamento garantiu também a volta de Steve Jobs como líder visionário da Apple, e levantou a moral da empresa das quedas financeiras dos anos 90. Vendido inicialmente como uma porta de entrada fácil para a internet, o iMac foi além disso e redefiniu todo o mercado de desktops – sem contar o desenho industrial – para sempre. Mas você sabe como isso aconteceu? Veja a seguir oito fatos sobre o computador.</p>
<p>1) Ele matou o bege<br />
Antes do iMac, os PCs estavam presos à falta de design. A maioria dos fabricantes produzia caixas bege ou cinza apenas para tornar funcional um equipamento. O design do iMac, entretanto, chocou ao trazer um equipamento curvo e com cores vibrantes que contrastavam com a neutralidade dos PCs. A Apple até criou um novo termo, “Bondi blue” – uma mistura de verde com azul em homenagem à praia de Bondi, na Austrália – para descrever a cor da sua nova máquina. Combinado com um padrão branco-gelo, o iMac foi algo inédito no mundo dos computadores. Causou impacto no público, mas foi só o começo.</p>
<p>2) Ele foi o primeiro “i”.<br />
iPod, iPhone, iChat, iLife, iSight. Todos esses “iPrefixos” vieram do iMac – e agradeça a ele por espalhar a tendência nos outros produtos da Apple. Só que “i” no “iMac” originalmente significava “internet” (ou, na visão de Steve Jobs, no lançamento do produto, ‘individual, instrutor, informativo ou inspirador”). O prefixo “i” também foi para produtos que nem são da Apple –a maioria é formada por acessórios para iPod.</p>
<p>3) Lançou a onda da internet</p>
<p>A visão de marketing da Apple se baseou em aumentar a popularidade da internet no fim dos anos 90. O iMac, com um “i de internet”, foi vendido como um produto fácil de conectar à rede mundial em apenas dois passos. E isso funcionou, pois ajudou a Apple a diferenciar sua máquina dos outros computadores.</p>
<p>4) Trouxe o USB para as massas<br />
O iMac tinha apenas uma interface para conectar periféricos: USB. Isso significava que todos os mouses, teclados, scanners, impressoras e discos externos tinham como destino o lixo. A falta de portas SCSI assustou os mais fanáticos, mas a presença do USB ajudou a interface a deslanchar como padrão de mercado. Graças ao iMac, muitos fabricantes de periféricos lançaram sua primeira leva de acessórios USB – sem muita coincidência, a maioria deles ao mesmo tempo que o computador azul-transparente da Apple.</p>
<p>5) Matou o disquete<br />
A Apple lançou o drive de disquetes 3,5” da Sony com o Macintosh, em 1984, para matá-lo 14 anos depois com o iMac, o primeiro computador sem nenhum drive de disquetes. A imprensa especializada foi cética em relação ao tema, mas a ausência do floppy foi uma declaração clara da Apple: “daqui em frente, vocês irão usar a internet e as redes locais para transferir seus arquivos”. E a Apple acertou de novo, mesmo que um pouco ainda antes do tempo. Hoje em dia, quem sente falta dos disquetes?</p>
<p>6) Criou novos padrões de desenho industrial<br />
Na próxima vez que você encontrar um produto à venda em uma carcaça translúcida e colorida, agradeça (ou amaldiçoe) o designer Jonathan Ive, o “pai” do iMac. O projeto colorido inspirou diversos produtos até o ponto que a linha de iMacs de 1999 a 2000 era praticamente uma paródia dela mesma. A Apple deu um passo à frente e largou a paleta de cores com o lançamento do primeiro iMac com tela LCD, em 2002. E o mais incrível: outras companhias seguiram a onda, e hoje muitos eletrônicos vêm em alumínio escovado, branco-gelo ou preto glossy – as cores dos Macs mais recentes.</p>
<p>7) Foi a salvação de Steve Jobs<br />
Graças a uma luta por poder em 1985, os executivos da Apple forçaram Steve Jobs a renunciar do cargo na companhia que ele foi o co-fundador. Após a Apple comprar a NeXT em 1997, Jobs voltou à Apple e logo se tornou CEO interino. E ele conseguiu dar a volta por cima, depois de a companhia ter lançado linhas de produtos sem lucratividade por alguns anos. O sucesso do iMac foi a volta por cima de Jobs.</p>
<p> <img src='http://www.osnumerosdainternet.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Salvou a Apple também<br />
Em 1996 e 1997, a imprensa disse que a Apple estava morta, com um prejuízo de 878 milhões de dólares em 97. Com a liderança de Steve Jobs, ela lucrou 414 milhões de dólares em 1998, o primeiro lucro em três anos. Esses resultados vieram da redução de custos operacionais e das vendas do iMac. E o iMac foi mais que um bom lucro – ele trouxe de volta a idéia de que a Apple tinha de novo um produto inovador que conquistou o público, e provou que a companhia ainda tinha fôlego para continuar no mercado.</p>
<p>Graças à evolução contínua na linha do iMac e dos outros produtos, a Apple hoje é mais lucrativa que nunca. E mesmo com iPhones, iPods e iTunes dominando o noticiário, não podemos esquecer que o sucesso da Apple hoje é resultado direto do iMac de dez anos atrás.</p>
<p>Benj Edwards, colaborador da Macworld, de Londres.</p>
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		<title>Busca paga gera processos de anunciantes</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 08:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Namura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nike e American Airlines são duas das empresas que têm se levantado contra a utilização de suas marcas registradas como links patrocinados de outros.
Os Estados Unidos tem um mercado de publicidade em buscas bem mais desenvolvido do que o nosso e chega a gerar movimentação de US$ 9 bilhões por ano, segundo AdAge. Mesmo assim, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nike e American Airlines são duas das empresas que têm se levantado contra a utilização de suas marcas registradas como links patrocinados de outros.<br />
<span id="more-70"></span>Os Estados Unidos tem um mercado de publicidade em buscas bem mais desenvolvido do que o nosso e chega a gerar movimentação de US$ 9 bilhões por ano, segundo AdAge. Mesmo assim, existem algumas indefinições por lá.</p>
<p>Há, por exemplo, uma disputa sobre o direito sobre marcas registradas utilizadas como termos de pesquisa. No caso mais recente, a Nike está processando a não muito conhecida rede varejista Eastern Mountain que, mesmo não vendendo qualquer produto da linha da gigante do vestuário esportivo, negociou marketing de busca com o termo &#8216;Dri-fit&#8217;, este, uma marca registrada do anunciante. Dessa maneira, quando um usuário de internet clica num link patrocinado após a busca pela palavra, é redirecionado para o site da rede, que vende outros produtos com tecnologia similar.</p>
<p>Para o Google, a negociação sobre termos que coincidem com as marcas registradas é permitida. Mas o debate sobre Dri-fit é apenas o mais novo de uma série de reclamações parecidas, num momento em que muitos grandes anunciantes injetam dinheiro neste mercado. O Google, recentemente, foi acionado por causa da utilização de marcas registradas da American Airlines por parte de competidores.</p>
<p>No coração disso, está o debate sobre as marcas registradas como parte de uma batalha de branding cada vez maior no espaço online, onde bilhões estão sendo investidos em publicidade e outras formas de marketing para criar lembrança de marca. Por isso, quando um consumidor está online e efetua buscas sobre uma marca específica, os anunciantes não querem que rivais se sintam livres para aparecer na lista de buscas patrocinadas.</p>
<p>Para Rob Murray, da consultoria iProspect, há ações offline que podem causar polêmica no online, dentro do contexto de uma campanha integrada. Ele cita um comercial da General Motors, de 2006, que incitava as pessoas a buscarem uma de suas marcas, Pontiac, no Google. A rival Mazda contra-atacou, comprando links patrocinados, inclusive o intitulado Mazda x Pontiac, no qual fazia uma comparação entre os modelos.</p>
<p>Inclusive, um estudo de 2007 descobriu que 67% das pessoas que efetuam buscas na internet o fazem guiados por canais offline e que, destes, 39% efetuaram alguma compra em tempos recentes. Uma pesquisa deste ano mostrou que, na contra-mão da tendência, 45% dos anunciantes não estão integrando ainda on e offline.</p>
<p>O fato é que o Google concorda com a tese de que fazer acordos para palavras de marcas por empresas rivais acaba dando aos consumidores mais possibilidades de escolhas em seus resultados de busca. &#8216;Estamos tentando balancear os interesses de donos de marcas registradas, anunciantes e nossos usuários&#8217;, disse um porta-voz da companhia. Já as buscas de Yahoo e Microsoft têm política diferente, com regulamentações estritas que não permitem a aquisição de termos de marcas registradas.</p>
<p>by <a href="http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo.jsp?origem=rss&amp;IDconteudo=111528" target="_blank">MMOnline</a></p>
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		<title>Usuários do Yahoo poderão optar por não receber anúncios personalizados</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 07:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Namura</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEM / SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Yahoo responde ao House Committee on Energy and Commerce, que cobrou posição de 33 empresas quanto a políticas de privacidade.
O Yahoo afirmou, na sexta-feira (11/08), que permitirá aos usuários, ainda este mês, a optarem por não receberem anúncios personalizados.
A prática é uma resposta ao House Committee on Energy and Commerce, que pediu a posição de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Yahoo responde ao House Committee on Energy and Commerce, que cobrou posição de 33 empresas quanto a políticas de privacidade.</p>
<p><span id="more-56"></span>O Yahoo afirmou, na sexta-feira (11/08), que permitirá aos usuários, ainda este mês, a optarem por não receberem anúncios personalizados.</p>
<p>A prática é uma resposta ao House Committee on Energy and Commerce, que pediu a posição de 33 empresas quanto as suas políticas de privacidade relacionadas a anúncios direcionados.</p>
<p>Com o movimento, até o final de agosto os usuários poderão visitar o centro de privacidade do Yahoo e optar por não serem parte dos anúncios personalizados, afirma a empresa.</p>
<p>Atualmente, o Yahoo oferece a opção de não receber publicidade direcionada apenas pelos sites de seus parceiros, mas não nas páginas do Yahoo.com.</p>
<p>Além do Yahoo, o Google permite &#8211; também em seu centro de privacidade &#8211; que os usuários deixem de receber cookies para que o buscador mostre anúncios personalizados.</p>
<p>Após sofrer pressões, no mês passado o Google adicionou um <a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2008/07/04/google-adiciona-link-de-privacidade-em-sua-pagina-inicial/" target="_blank">link para sua política de privacidade</a> em sua página inicial.</p>
<p>by <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2008/08/11/usuarios-do-yahoo-poderao-optar-por-nao-receber-anuncios-personalizados/" target="_blank">IDG Now!</a></p>
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