Uso de redes sociais no Brasil já é maior que o de e-mail
TI Inside – terça-feira, 22 de junho de 2010, 15h17
O Brasil registrou a maior média de tempo de uso diário de internet por usuário do mundo em fevereiro. Enquanto globalmente cada usuário ficou on-line, em média, 22,6 horas em fevereiro, no Brasil esse índice foi de 26,4 horas, segundo dados da comScore.
A pesquisa revela, ainda, que o uso de redes sociais pelos internautas no Brasil só perde para as ferramentas de buscas, ficando à frente de serviços como e-mail e de mensagens instantâneas.
De acordo com o relatório, 85,5% dos internautas brasileiros realizam buscas pela web, enquanto 81,9% acessam redes sociais, 78,9% fazem uso de correio eletrônico (e-mail) e 78,8%, sites de entretenimento. Os serviços de mensagens instantâneas ocupam apenas a quinta posição na preferência dos usuários brasileiros, com participação de 71%. A visita a sites de vendas on-line é feita por 62,1% dos usuários de web no país e o acesso a blogs por 61,6%, ocupando a oitava posição na preferência.
Segundo dados da comScore, o número de usuários ativos de web no Brasil totalizou 34,24 milhões em fevereiro, crescimento de 20% ante os 28,6 milhões registrados em fevereiro de 2009 (veja mais informações em “links relacionados” abaixo).
Internautas passam 60% do tempo em redes sociais
MMOnlineNews – 22 Junho – 15:15
Pesquisa encomendada pela rede byMK aponta que os aplicativos de conversa instantânea também são preferência
Os brasileiros são os recordistas em permanência na internet, de acordo com as mais recentes pesquisas do Ibope Nielsen Online. E a maior parte desse tempo de navegação é passada em redes sociais, como o Twitter, Orkut e Facebook.
O resultado faz parte de uma pesquisa de hábitos de consumo de internet feito pela rede social byMK feita com internautas de diversos locais do Brasil. Segundo os resultados do estudo, 60% dos entrevistados ocupa a maior parte do tempo na internet em redes sociais.
Desses internautas, 85% dizem acessar sempre o Orkut; 48% são usuários assíduos do Twitter e 42% utilizam o Facebook. Outros 56% dos entrevistados dizem que utilizam as ferramentas de conversas instantâneas (como Messenger, GTalk e outras) com freqüência.
A pesquisa foi realizada por meio de entrevistas online com um universo de 1.193 internautas. Os entrevistados possuem entre 20 e 40 anos são das classes sociais A e B.
Experiência ruim com web 3G faz cair número de assinantes na Inglaterra
Por IDG News Service – Atualizada em 22 de junho de 2010 às 15h39
Site especializado detecta redução de 57% no número de contratos entre 2009 e 2010; redes 4G com tecnologia LTE podem reverter a situação.
O número de britânicos que contrataram o serviço de banda larga móvel, diminuiu 57% em relação ao ano passado, afirma estudo da Broadband Expert, site de comparação de produtos para banda larga.
Em maio de 2010, apenas 1,3 mil usuários da web assinaram contratos de banda larga móvel através do site da companhia, número inferior aos 3 mil usuários, em maio de 2009.
“A banda larga móvel cresceu na Grã-Bretanha porque os consumidores esperavam que todas as vantagens de uma conexão de banda larga fixa pudessem ser experimentadas em uma conexão de banda larga móvel”, disse o diretor comercial da Broadband Expert, Rob Webber.
“Infelizmente, a tecnologia não foi melhor que a campanha publicitária. Muitos clientes reclamaram de conexões inconsistentes ou inexistentes e velocidades comparáveis às da internet discada, ou piores”, informou Webber.
O especialista em banda larga disse que suas conclusões são apoiadas por dados da Hitwise, que já tinha apontado uma diminuição de 50% no número de pesquisas na web via banda larga móvel, no mesmo período.
Webber acredita que as redes LTE (Long Term Evolution) – ou 4G, como são conhecidas – aumentarão o mercado de banda larga móvel.
“A LTE deverá aumentar a velocidade de banda larga móvel em massa, com velocidades de downloads de mais de 100 Mbps, de acordo os testes realizados; assim, ela poderá superar e até mesmo, no futuro, substituir a banda larga fixa”, disse ele.
“A Grã-Bretanha precisa se empenhar em adotar a nova tecnologia, e assim, recuperar a fé do consumidor e aumentar o nível de vendas”, finalizou Webber.
(Carrie-Ann Skinner)
Receita do Facebook chega a US$ 800 milhões
MMOnlineNews – Com informações da Reuters – 18 Junho – 11:07
Segundo estimativas de fontes, números de 2009 foram bem superiores aos do ano anterior
No ano de 2009, o Facebook, a maior rede social do mundo, conseguiu arrecadar uma receita de US$ 800 milhões, um montante maior do que o estimado anteriormente por especialistas. As informações financeiras foram divulgadas por fontes próximas dos negócios da rede social.
Em 2009 o lucro líquido do Facebook também teria alcançado dezenas de milhões de dólares, graças ao crescente número de usuários cadastrados que propiciam o incremente de anúncios, e consequentemente, da receita publicitária. Atualmente, a rede social já conta com quase meio bilhão de usuários ativos.
Oficialmente, a companhia, fundada por Marc Zuckerberg, não divulga oficialmente os seus resultados financeiros. De acordo com as informações das fontes, porém, os números de 2009 são bastante superiores aos registrados no ano anterior.
Tweets sobre candidatos à Presidência disparam e já superam os de marcas
Por Robinson dos Santos, do IDG Now! – Atualizada em 10 de junho de 2010 às 18h49
Segundo a E.Life, só nos primeiros 10 dias de junho Dilma, Marina e Serra foram citados em quase 50 mil tweets – e esse número tende a aumentar.
O número de tweets sobre os principais candidatos à Presidência da República disparou de março aos primeiros dias de junho, superando até comentários sobre marcas conhecidas, de acordo com a empresa de inteligência de mercado E.Life.
Segundo o levantamento, apenas nos primeiros dez dias de junho o candidato do PSDB José Serra foi citado em 49.540 tweets. O valor quase se equipara às ocorrências registradas durante todo o mês de maio (61.856) – que, por sua vez, foi 234,6% superior ao total de abril (18.489). Em março, Serra teve 9.117 tweets.
Dilma Rousseff, do PT, foi menos citada que Serra nos tweets. Mas, de acordo com o levantamento. seu ritmo de crescimento tem sido ligeiramente maior. De 1.º a 10 de junho, o nome da candidata apareceu em 42.323 tweets – em maio, esse número foi de 59.255, 251,7% maior que o de abril (16.849) e 771,9% maior que o de março (6.796).
Somadas, as menções aos candidatos Dilma, Serra e Marina Silva (PV) chegaram a 61.856 em maio e a 49.540 nos primeiros 10 dias de junho. O valor é superior ao de muitas marcas conhecidas e que também são monitoradas pela E.Life. Nos 20 dias entre 21/3 e 9/4, por exemplo, a marca Apple foi citada 36.828 vezes e Google, 34.993 vezes.
Análise semântica
Não se pode, no entanto, interpretar esses números como a favor ou contra um ou outro candidato. “Este estudo só leva em conta o volume e não o significado das mensagens”, explica o principal executivo de tecnologia (CTO) da E.Life, Jairson Vitorino.
Ele esclarece, no entanto, que um estudo semântico poderia ser feito, de acordo com a necessidade. “É possível selecionar uma amostra aleatória e qualificar os sentimentos, os temas relevantes e até as localidades”, conta Vitorino.
A E.Life comparou também o impacto dos tweets no microblog. Nesse caso, a empresa selecionou 1.500 tweets publicados entre 25 e 31 de maio, e usou duas ferramentas: a TweetMeter (utilizada também na tabulação de tweets dos candidatos) e a E.Life Engine.
Pelo estudo, os tweets sobre Dilma impactaram cerca de 1,75 milhão de seguidores, enquanto os comentários com citação a Serra causaram impacto em aproximadamente 1,6 milhão, mesmo número da candidata Marina Silva (PV).
“O impacto deve ser entendido como um número potencial, um teto, para a quantidade de usuários que podem ser atingidos pela mensagem”, explica o CTO. O número tem origem na análise do número de seguidores das pessoas que receberam as mensagens, numa reação em cadeia que se completa quando um usuário dá “retweet”.
Bing ganha página exclusiva para busca em redes sociais
Por IDG News Service/Seattle – Publicada em 09 de junho de 2010 às 15h18
Novidade anunciada nesta quarta-feira (9/6) pela Microsoft durante a Search Marketing Expo inclui resultados do Twitter e do Facebook.
A Microsoft está prestes a inaugurar uma nova página de busca social que mostra resultados do Facebook e do Twitter, segundo anunciou um executivo da empresa durante a Search Marketing Expo, em Seattle (EUA).
Os usuários podem visitar a página Bing.com/social assim que ela for ao ar nesta quarta-feira (9/6) e buscar por tópicos ou ver quais são os assuntos mais comentados. Será possível encontrar um resumo dos tópicos, bem como uma lista dos links mais compartilhados, disse Yusuf Mehdi, vice-presidente sênior do negócio de audiência online da Microsoft. Essa lista apresenta os principais links que as pessoas têm compartilhado no Facebook e no Twitter. Os usuários também poderão ver quantas pessoas compartilham cada link.
O serviço mostra informações sobre as páginas de fãs do Facebook e os links compartilhados mais populares que as pessoas publicam em suas próprias páginas, mas somente de forma consolidada. Mesmo se um usuário do Facebook escolher compartilhar todas suas informações com o mundo, a Microsoft não mostrará essa informação publicamente de modo que possa ser associada a um indivíduo.
“Nós estamos domando a força do que acontece na comunidade social para ajudá-lo a tomar melhores decisões”, disse Mehdi.
No fim de 2009, a Microsoft começou a incluir o Twitter nos resultados de buscas do Bing, mas a atualização anunciada nesta quarta-feira integra o Twitter e o Facebook em um mesmo lugar.
A Google também inclui itens do Twitter nos resultados de busca, mas Mehdi argumenta que a oferta da Microsoft é melhor. “Nós temos o melhor acesso à informação social do Twitter e do Facebook que qualquer outro motor de busca”, disse.
(Nancy Gohring)
Na internet, consumidor forma sua opinião. E pode até mudar de ideia
ideia 2.0 – 15 de Abril de 2010
Mais de 90% dos internautas pesquisam na web antes de comprar um produto ou contratar um serviço. Este é um dos números de estudo divulgado pela empresa de pesquisas TNS Research International. E a influência do consumidor no processo de compra não para por aí.
O boca-a-boca digital marca a sua presença: 76% dos entrevistados procuram dados em fóruns ou blogs, 50% deles já chegaram a mudar sua opinião sobre uma compra ao encontrarem uma opinião negativa e 28% fecharam a negociação baseados no relato de outros consumidores.
No relatório, intitulado “Decodificando as Necessidades Digitais”, a TNS alerta que a internet é um espaço cada vez mais estratégico na ampliação de visibilidade de empresas e marcas. Ao mesmo tempo, constata que muitas companhias não sabem como atuar junto aos consumidores da web.
Realizada em janeiro, a pesquisa entrevistou mil usuários da web de ambos os sexos, com idade de 16 a 35 anos, residentes nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE) e Salvador (BA).
E-commerce no radar
Segundo o levantamento, o porcentual dos que usam a internet para pesquisar sobre produtos e serviços antes de comprar ou contratar é de 92%. Para estes, as principais fontes são os sites de e-commerce e os serviços de comparação de preços na web.
O uso prioritário da rede para visualização de e-mails faz parte do perfil de 99% dos entrevistados, seguido pelo uso de redes sociais (93%) e serviços de mensagens instantâneas (92%).
Os dados da TNS Research ajudam a entender as principais atividades dos internautas em cada um dos principais segmentos de interação online (blogs, sites, fóruns, redes sociais e entretenimento) e quais são as implicações disso para o setor de marketing.
O uso das redes sociais como veículo para compartilhar de informações (43%), por exemplo, pode ser explorada por campanhas de marketing viral. É o caso da campanha de lançamento da operadora Aeiou: em 2008, a empresa gravou um vídeo promocional com algumas figuras populares do YouTube.
Interessados em divulgar a nova aparição de cada um dos personagens, anteriormente conhecidos por alguma situação interessante ou engraçada, os próprios internautas divulgaram entre si a marca da empresa.
Para as companhias que querem explorar esse potencial, a gerente da área de consumo da TNS, Ana Sequeira, avisa: a interação da empresa com a comunidade online deve ser sutil e não invasiva.
Publicado por robinson.santos, às 07h00
Comércio eletrônico móvel movimentará US$ 119 bi em 2015 no mundo
TI Inside – quarta-feira, 14 de abril de 2010, 15h59
A venda de bens de consumo pela internet em todo o mundo deve atingir aproximadamente US$ 119 bilhões em 2015, segundo projeções da Coda Research Consultancy. De acordo com a consultoria, somente nos Estados Unidos o comércio eletrônico móvel vai movimentar cerca de US$ 23,8 bilhões em 2015.
A empresa atribui essa expansão ao aumento do uso de smartphones e da internet móvel. “Com as vendas de smartphones representando dois terços do total de celulares comercializados nos EUA em 2015 e com a previsão de que mais da metade dos usuários de celulares utilizarão a web móvel naquele ano, as oportunidades para o comércio eletrônico móvel estão se expandindo de forma significativa”, observa Steve Smith, fundador da Coda.
A consultoria avalia que em 2015 o total movimentado pelo comércio eletrônico móvel (mobile e-commerce) no país representará aproximadamente 8,5% da venda de bens de consumo pela internet e por cerca de 20% da receita global de mobile e-commerce.
88% das maiores empresas não têm site móvel
Redação Adnews – 14/04/2010
Em uma lista com as 500 maiores empresas brasileiras, apenas 12% dispõem de uma versão mobile de seus portais – excluindo as do setor financeiro. A pesquisa realizada pela em empresa de soluções móveis Mowa, apontam ainda que 95% das empresas não podem ser consideradas totalmente mobilizadas.
O levantamento considera como presença completa nas plataformas como smartphones e celulares, uso de SMS corporativo, aplicativos, além do site móbile. Além das 88% que não têm site, 78% não fazem uso de SMS e 86% não têm aplicativos próprios.
Dentre as empresas que já implantaram alguma política nesse ramo, a preferência é pelo SMS. Os sites mobile aparecem em segundo lugar, seguidos pelos aplicativos. A indústria digital é a que mais emprega pelo menos um dos canais, enquanto a de telecomunicações é a que mais utiliza os três, combinados.
Esse tipo de comunicação pode ser utilizada para a aproximação de clientes, como as mensagens que empresas de taxi enviam para comunicar a chegada do carro.
Propaganda no celular é mais eficaz do que no PC
Redação Adnews – 14/04/2010
A mídia móvel funciona mais do que muita gente pensa. Pesquisa feita empresa americana InsightExpress concluiu que a publicidade para celular causa um impacto quase cinco vezes maior do que aquela feita para a internet e vista no computador.
Em pesquisa espontânea, quando o entrevistado cita uma marca sem ser sugestionado, a publicidade móvel registrou aumento de 9% no número de pessoas que se lembram da marca anunciante. Via internet, a marca é de apenas 2%.
No estudo espontâneo, quando o entrevistado escolhe dentre marcas apresentadas a ele, o impacto foi de 9% para celular e 3% para internet convencional. Para Joy Liuzzo, diretor da área de pesquisas sobre telefonia móvel, o modelo é favorável, pois “as campanhas online continuam a oferecer alcance, flexibilidade e variedade excepcionais, mas o alto nível de uso, a explosão nas possibilidades técnicas, o baixo nível de desordem e o fato de ser uma prática nova, tudo isso contribui provavelmente para o aumento do impacto sobre a marca”.
A pesquisa ainda diz que as campanhas por dispositivos móveis geram crescimento de 12% nas compras, contra apenas 2% de retorno por meio de internet.
No Brasil
Enquanto o mercado externo vem se mostrando favorável para a publicidade mobile, o Brasil ainda engatinha nessa nova forma de expor marcas e se comunicar com o consumidor. Agências, anunciantes, veículos e operadoras de telefonia ainda não chegaram a um padrão a ser utilizado em larga escala para um mercado que já suporta mais de 176 milhões de celulares.
A banda larga móvel é um dos pilares que deve movimentar o mercado. “A tecnologia de maior destaque foi, sem dúvida, a banda larga móvel, somando mais de 1,6 milhão de acessos e superando as expectativas durante o ano, uma vez que o crescimento foi de 82% em relação a 2008”, informa Samuel Rodrigues, analista do mercado de Telecom da IDC Brasil sobre dados que comprovavam o crescimento da internet em 2009.
os números da internet


